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OPINIÃO | Pandemia e suas incógnitas

abril 28th, 2021 · 3 Comentários

Por Luiz Fernando Alfredo

Sabemos que até onde os Organismos internacionais da saúde informaram e desinformaram, esta pandemia é cheia de incógnitas, cujas equações não fecham, denotando muitas perguntas e poucas respostas inseguras; pois sentimos que os que arriscaram a conceituarem sem experiências comprovadas, não abrem mão de suas proposituras escritas ou ditas em público, deixando em branco para que interessados avaliassem, se era fato ou narrativa, porém ninguém foi capaz de  repensar ou contestar oficialmente

Em 2019 os cientistas infectologistas e as organizações mundiais, a priori, não distinguiram se era epidemia ou pandemia o vírus originado da China, se por processo natural ou artificial, dado aos hábitos alimentares dos chineses e o sistema fechado para além de suas fronteiras, sem dúvidas, os desconfiados por medo de retaliação, preferiram a omissão.

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Baseado em informações da Itália que era o país que mais fornecia notícias logo no início da pandemia, houve uma gama de relatos diversificados sobre a periculosidade da pandemia e sua letalidade; hoje já tem afirmativas que aquele bum assustador, foi por conta do confinamento e as sérias comorbidades aliadas à longevidade das vitimas fatais.

Os infectados eram diagnosticados após as pessoas apresentarem os seguintes sintomas:

– A COVID-19 afetam diferentes pessoas, de diferentes maneiras. A maioria das pessoas infectadas apresentará sintomas leves a moderados da doença e não precisarão ser hospitalizadas.

-Sintomas mais comuns: febre, tosse seca, cansaço,

-Sintomas menos comuns: dores e desconfortos, dor de garganta, diarréia, conjuntivite, dor de cabeça, perda de paladar ou olfato, erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés.

-Sintomas graves: dificuldade de respirar ou falta de ar, dor ou pressão no peito, perda de fala ou movimento.

Procure atendimento médico imediato se tiver sintomas graves. Sempre ligue antes de ir ao médico ou posto de saúde, clínicas ou hospitais.

Pessoas saudáveis que apresentarem os sintomas leves devem acompanhar seus sintomas em casa.

Em média, os sintomas aparecem após cinco ou seis dias depois de ser infectado com o vírus. Porém, isso pode levar até 14 dias.

A fala oficial das autoridades internacionais para evitar a contaminação era o lockdown, distanciamento social, máscara, higienização das mãos e não aglomerar.

As afirmativas oficiais pelo menos das autoridades científicas eram que não havia medicamentos preventivos, tratamentos precoces e a solução dos casos graves seria a hospitalização com ou sem entubação, lógico no CTI, aplicando-se antibióticos e outros procedimentos auxiliares.

Quanta comiseração sentimos pelos incansáveis médicos e outros profissionais de saúde multidisciplinares e demais servidores de frente; era visível a preocupação de todos com sua integridade física e pior ainda ter que tratar pacientes graves sem um protocolo consolidado. Utilizar o tratamento “off-label” era uma situação difícil, pois diante de uma pandemia desconhecida o médico ficava na dúvida entre atender ou se defender.

Muitos profissionais assumiram os riscos e deu certo, não sabemos se pela baixa letalidade do vírus, se em função do organismo do paciente ou por conta dos medicamentos não reconhecidos pela arrogância dos cientistas, que diante de suas afirmações escritas em importantes revistas científicas, preferiram deixar rolar, afinal estes elementos não podem sucumbir-se a melhor técnica de seu colega, que, diga-se de passagem, tem um ego capaz de atingir o horizonte, iguais a maioria dos políticos e outros empoderados, sem contar àqueles que têm diploma, mas sabem pouco.

Em função da guerra das narrativas e realidades comprovadas chegaram à conclusão mais óbvia para coibir a pandemia – a vacina – estupendamente cara e desenvolvida num curto prazo, sem os protocolos temporais e experimentais necessários, para atingir a eficácia sem efeitos colaterais.

Agora vejamos as incongruências, medicamentos existentes há décadas se tornaram uma brasfêmia falar o nome deles, no entanto são da mesma cadeia viral, ou seja, parasitas intracelulares combatidos pelos tais fármacos, e os imunizantes desenvolvidos a “toque de caixa” foram aprovados sob pressão. Tomara que haja plena eficácia, pois pelo menos como efeito psicológico, valeu e muito.

Bem neste período de dúvidas e controvérsias, aliados aos supostos arroubos do mercantilismo exacerbadamente lucrativos, todos os países que têm  recursos para adquirirem estão apostando na vacina, enquanto continuam os palpiteiros sem qualquer noção; profissionais sem formação de especialistas dando entrevistas à mídia ignorante e despreparada, reverberando procedimentos com toda propriedade de um diplomado nas maiores Universidades do Mundo.

Nós mesmos não somos autoridades em saúde, mas não estamos nos nivelando aos palpiteiros, e sim apenas historiando os fatos, os quais, gostaríamos que não tivessem acontecidos assim, mas o mundo inteiro não estava preparado, especialmente nas estruturas hospitalares e assistenciais e foi surpreendido muito rapidamente.

Já manifestamos em outros textos, que ninguém tem responsabilidade objetiva nas falhas que aconteceram até agora, talvez, culpa subjetiva, por falta de assessoramento, no entanto, como não poderia deixar de fugir às regras tão comuns no Brasil, sob suspeição de desvios de recursos por parte dos administradores da pandemia em alguns Estados, Municípios e até a União – isto tem que ser apurado com rigor.

Sem proselitismo de nossa parte, mas, segundo a história, Einstein teria dito: “A ciência desconectada da religião é cega e manca”. Com certeza não há lógica só na existência da matéria; a pseudoteoria da evolução jamais desenvolveria a vida complexa – Só Deus. E que Ele nos proteja deste monstro avassalador! E que estejamos preparados para Sua intervenção, já que estamos distantes dos cultos.

Luiz Fernando Alfredo

Este texto não reflete , necessariamente , a opinião do BlogdoMadeira

Tags: Geral · Opinião

3 Respostas Até Agora ↓

  • 1 MENTES PENSANTES // maio 3, 2021 at 9:50 AM

    ‘TODOS VÃO PEGAR’ E A DOENÇA DOS ‘IS’

    Eis o menu: idiotas, insipientes, incultos, ignorantes, individualistas, ilusionistas, insultantes, insensíveis, intolerantes, incautos, irresponsáveis, insufladores, insólitos, instáveis, indignos, influenciáveis, infelizes, infectantes, imorais, insuportáveis e insanos.

    Pessoas que falam “todos vão pegar mesmo” para a covid-19 têm a doença chamada de “Defeito Mental dos 3is” conhecida nos botecos como “Babaquice de Interesse”. Ela pode se manifestar por outras frases como “todos vão morrer mesmo”!

    Ao falar da morte ou finitude da vida, apenas quem chegou no limite extremo sabe do que se trata morrer. É momento que estampa em sua mente o que fez e deixou de fazer: é hora do balanço final. Os portadores de “Defeito Mental dos 3Is” não conseguem ver “is”to! Refletir requer inteligência para acontecer. Pessoas cheias de “is” vivem para matar sua fome, ganância e satisfazer instintos; elas esquecem sua essência que é pensar, refletir e amar!

    DESTINOS

    Tem frases como “quero pegar covid logo para ficar livre dela”. Quantos “is”! Ter covid pode significar ter sequelas. Sequelas que limitarão em algum ponto o contaminado, podem ser imediatas ou tardias. O melhor é não ter a doença, mas se tiver vamos correr atrás da reabilitação. Isto é possível e exige gasto de energia, material e muito sentimento.

    QUE FAZER?

    Se ouvir alguém dizer estas frases (i)nsanas não se (i)ndigne, nem se (i)nflame, simplesmente perdoe. A mágoa e a tristeza só fazem mal ao portador. Os que dizem são pessoas portadoras de no mínimo “3is” em sua avaliação à escolher no menu! Não precisa sair junto, voltar a se reunir com esta pessoa e nem compartilhar coisas, mas perdoe! Não precisa perdoar tanto a ponto de se votar neste tipo de pessoas, afinal dizia o sábio amigo: “aquele que poupa o lobo, condena à morte as suas próprias ovelhas”. Seria (i)mperdoável!

  • 2 Mente Pensante // maio 1, 2021 at 11:55 PM

    ‘TODOS VÃO PEGAR’ E A DOENÇA DOS ‘IS’

    Eis o menu: idiotas, insipientes, incultos, ignorantes, individualistas, ilusionistas, insultantes, insensíveis, intolerantes, incautos, irresponsáveis, insufladores, insólitos, instáveis, indignos, influenciáveis, infelizes, infectantes, imorais, insuportáveis e insanos.

    Pessoas que falam “todos vão pegar mesmo” para a covid-19 têm a doença chamada de “Defeito Mental dos 3is” conhecida nos botecos como “Babaquice de Interesse”. Ela pode se manifestar por outras frases como “todos vão morrer mesmo”!

    Ao falar da morte ou finitude da vida, apenas quem chegou no limite extremo sabe do que se trata morrer. É momento que estampa em sua mente o que fez e deixou de fazer: é hora do balanço final. Os portadores de “Defeito Mental dos 3Is” não conseguem ver “is”to! Refletir requer inteligência para acontecer. Pessoas cheias de “is” vivem para matar sua fome, ganância e satisfazer instintos; elas esquecem sua essência que é pensar, refletir e amar!

    DESTINOS

    Tem frases como “quero pegar covid logo para ficar livre dela”. Quantos “is”! Ter covid pode significar ter sequelas. Sequelas que limitarão em algum ponto o contaminado, podem ser imediatas ou tardias. O melhor é não ter a doença, mas se tiver vamos correr atrás da reabilitação. Isto é possível e exige gasto de energia, material e muito sentimento.

    QUE FAZER?

    Se ouvir alguém dizer estas frases (i)nsanas não se (i)ndigne, nem se (i)nflame, simplesmente perdoe. A mágoa e a tristeza só fazem mal ao portador. Os que dizem são pessoas portadoras de no mínimo “3is” em sua avaliação à escolher no menu! Não precisa sair junto, voltar a se reunir com esta pessoa e nem compartilhar coisas, mas perdoe! Não precisa perdoar tanto a ponto de se votar neste tipo de pessoas, afinal dizia o sábio amigo: “aquele que poupa o lobo, condena à morte as suas próprias ovelhas”. Seria (i)mperdoável!

  • 3 Thiago // abr 29, 2021 at 1:30 PM

    Tenho duas dúvidas:

    Não é o primeiro texto que fico intrigado com os plurais. “Já manifestamos em outros textos”, “não estamos nos nivelando”. Quem são essas pessoas?

    A segunda dúvida (e eu já havia perguntado – sem respostas – em outro texto) é segundo à referência.

    (…) Einstein teria dito: “A ciência desconectada da religião é cega e manca” (…)

    Onde posso achar essa informação?

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