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Justiça determina: Bruno continua preso

junho 19th, 2019 · 3 Comentários

Desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em Belo Horizonte, acabam de decidir, em audiência na tarde desta quarta-feira (19), que o goleiro Bruno vai continuar preso em Varginha. O relator do processo alegou que não foi possível analisar o mérito, porque a defesa não teria apresentado as peças do processo, como o procedimento administrativo disciplinar.

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A defesa do goleiro Bruno Fernandes havia pedido para que fosse anulada uma falta grave à qual ele foi imputado em fevereiro deste ano. Ele está preso em Varginha, onde cumpre prisão em regime fechado pela morte de Eliza Samudio.

Bruno foi punido pela Justiça em Varginha após ser flagrado em um bar em companhia de duas mulheres. A transgressão foi considerada falta grave. À época, a defesa negou irregularidades.

Nesta quarta-feira (19), o tribunal explicou que a decisão do juiz que determinou falta grave se refere ao uso de aparelho celular para contato com pessoas desconhecidas e em horários não autorizados. Além disso, ele também foi punido por conceder entrevista à imprensa sem autorização. A possibilidade de progredir para o regime semiaberto também foi anulada pelo tribunal.

Enquanto era interno na Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) em Varginha, o goleiro tinha direito a um celular para falar exclusivamente com a família e em horários autorizados. E também tinha a o benefício de trabalhar externamente.

A 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais de Varginha cancelou o benefício após a denúncia. Apesar disso, Bruno foi absolvido no processo administrativo sobre o caso.

A advogada do goleiro, Mariana Migliorini, disse que não vai comentar o julgamento.

Crimes

Bruno foi condenado pelo homicídio triplamente qualificado de Eliza Samudio e pelo sequestro e cárcere privado do filho Bruninho. Ele também havia sido condenado por ocultação de cadáver, mas esta pena foi extinta, porque a Justiça entendeu que o crime prescreveu. As penas somadas chegaram a 20 anos e 9 meses de prisão.

Em 2017, o goleiro chegou a ser solto por uma liminar do Superior Tribunal Federal (STF) e voltou a jogar futebol, atuando no Módulo 2 do Campeonato Mineiro pelo Boa Esporte, mas depois teve a medida revogada e um pedido de habeas corpus negado. Em 27 de abril de 2017, Bruno se apresentou à polícia em Varginha, onde foi preso e levado para o presídio da cidade.

Em junho de 2018, ele passou a trabalhar na Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) da cidade, após decisão da 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais. Desde então, cumpria pena e trabalhava na unidade, mas teve o direito cassado quando a denúncia veio a público e voltou a ficar somente no presídio. (Fonte: EPTV)

Tags: Esporte · Segurança Pública

3 Respostas Até Agora ↓

  • 1 Monica // jun 20, 2019 at 8:42 AM

    Mais que justo.Lugar de assassino e na cadeia

  • 2 Porco caipira // jun 19, 2019 at 7:07 PM

    Armaram e o trouxa caiu feio.
    Mulher quando quer ferrar um cabra…

  • 3 AL // jun 19, 2019 at 4:04 PM

    As mulheres, interesseiras ou não, agradecem.

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