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Vem pra Rua protesta contra STF em Varginha

novembro 9th, 2019 · 5 Comentários

Foi na manhã deste sábado 9/11, na concha acústica. Os manifestantes pedem a volta do dispositivo legal que permite a prisão em segunda instância.

Tags: Política

5 Respostas Até Agora ↓

  • 1 Vieira // nov 11, 2019 at 10:23 PM

    Meia duzia de Velhos, e moribundos, que não tem nada pra fazer e querem fazer estardalhaços, Lei e Lei, se o STF definiu, e ponto Final.

    Chorem que doe menos.

  • 2 que País é sse? // nov 11, 2019 at 6:16 PM

    que pais é esse que decreta a volta do comunismo, dos estrelas vermelhas, da corrupção, do roubo, dos fidels, evos, guevara, kischiners, e outros bichos mais, sendo a casa da mães joana onde todo mundo faz o que quer!!! Ei lava jato vai ter trabalho novamente de limpar essa sujeira que emergiu bo Brasil !!!

  • 3 que país é esse???? // nov 11, 2019 at 6:13 PM

    que pais é esse que decreta a volta do comunismo, dos estrelas vermelhas, da corrupção, do roubo, dos fidels, evos, guevara, kischiners, e outros bichos mais, sendo a casa da mães joana onde todo mundo faz o que quer!!! Ei lava jato vai ter trabalho novamente de limpar essa sujeira que emergiu bo Brasil !!!

  • 4 Ed martinez // nov 11, 2019 at 11:10 AM

    Eles insistem, que belezinha.

  • 5 Edgard Ximenes Machado // nov 11, 2019 at 10:15 AM

    Os efeitos colaterais sobre o veredito do STF já eram previstos.

    O anseio do povo reflete nas manifestações por todo Brasil.

    Vale ressaltar que o Brasil é o único país signatário da Carta da ONU onde o privilegiado réu pode ou poderá recorrer através de recursos protelatórios e aguardar em liberdade o trânsito em julgado.

    Quando a sentença final for prolatada,
    o crime já estará prescrito por decurso de prazo.

    Cabe agora, ao Legislativo através de deferimento da PEC (Proposta de Emenda a Constituição) retroagir ao “status quo”, ou seja: de volta ao passado com futuro garantido na perda privativa de liberdade, vulgo cadeia.

    Em hipótese contrária os efeitos vinculantes poderão abrir precedentes para liberar aproximadamente 5 mil condenados de baixa, média e alta periculosidade quando usufruirão do benefício questionado.

    Dependendo da interpretação jurídica dos togados, a emenda se aprovada no Congresso, poderá ser anulada pelo SUPREMO.

    Se o ex -presidente, ex- presidiário for à posse do Presidente eleito na Argentina, Sr. Fernández, em 10/12, poderá, quiçá, pedir asilo político no país vizinho…

    Se isto acontecer, vai ser uma piada anacrônica.

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