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Cine Folha: Vale a pena assistir 13 Reasons Why?

maio 3rd, 2017 · 5 Comentários

hannah-katherine-langford-em-cena-de-13-reasons-why-da-netflix-1490907985560_v2_900x506Adolescente recebe uma caixa de sapatos com fitas cassete. Nela estão depoimentos da adolescente Hannah, explicando porque se suicidou. Pronto.

Clique no título para ler a matéria completa.

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É o fio da série da Netflix no topo da audiência do canal. Aí vem a história da Baleia Azul para impulsionar o interesse pela série. A coluna, sinceramente, está com preguiça de assistir.

Principalmente depois que a jornalista Helena Lima, da Rede Record de Varginha, comentou que dava pra resumir todos os episódios em um. Deve ser um teste de paciência, mesmo. Afinal, tal qual um suspense de Hitchcock, a gente já sabe que a personagem principal já está morta. Mas o diretor é outro e a onda é segurar o telespectador para o próximo episódio.

Tags: Cultura

5 Respostas Até Agora ↓

  • 1 Yuri // maio 5, 2017 at 5:45 PM

    Sinceramente, que desserviço ao jornalismo essa matéria.

    Quem não viu a série, não ouse comentar, ainda mais num espaço público.

    A série é excelente ao focar problemas atuais da adolescência.

    A coluna deve assistir e depois publicar uma nota de reconsideração, pelo menos.

  • 2 Gustavo Felipe Silva // maio 5, 2017 at 3:27 PM

    Que tipo de matéria é essa? Como um dito jornalista escreve algo sobre um assunto que não tem conhecimento nenhum? “A coluna está com preguiça de assistir”, que tipo de jornalismo é esse? Se estão com preguiça de assistir não redijam um texto, completamente sem informação nenhuma e sem propósito nenhum, tecendo comentários sem o menor embasamento. A história é muito mais profunda do que os poucos parágrafos desse texto demonstraram, parece que houve uma certa ridicularização do tema abordado na série por essa matéria. Bullying, assédio moral, sexual, estupro, homofobia, depressão, ansiedade, são alguns dos temas tratados na série. Como profissionais da comunicação tentem colocar em prática o mínimo de apuração e conhecimento sobre os temas, e não joguem desinformação travestida de comédia na cara dos leitores, principalmente envolvendo assuntos tão delicados, isso é de uma irresponsabilidade detestável, e um desserviço para com o jornalismo.

    NOTA DO BLOG: Gustavo, assisti aos três primeiros episódios. Confirmei o que previa, depois da análise da jornalista que citei na matéria. O cuidado que tiveram na série foi tão somente em segurar o telespectador do que tratar propriamente de bullying, assédio moral, sexual, estupro, homofobia, depressão, ansiedade. Os jornalistas temos um “acordo de cavalheiros” em não divulgar suicídios. Há o receio de que a notícia possa acionar um gatilho em quem tem depressão e queira fazer o mesmo. Por isso o receio em tratar do tema. Não há absolutamente nada comprovado que a notícia de um suicídio possa incentivar outras pessoas a fazer o mesmo. Assim como não há como comprovar que o jovem que assista a algum filme da série “Velozes e Furiosos” faça o mesmo (saia fazendo “rachas” etc.). Na dúvida, prefiro ficar na cautela. Obrigado pelo comentário! 🙂

  • 3 Eu Aqui // maio 4, 2017 at 6:07 PM

    Como pai, considero a série ruim principalmente para os adolescentes, fica colocando um monte de idéias ruins na cabeças deles, como se tudo fosse normal.

  • 4 Capitão Nascimento // maio 4, 2017 at 9:23 AM

    Eu gostei, a série trata de temas polêmicos como, bullyng, estupro e suicídio. Concordo que enrolam um pouco, mas o que são 12 episódios pra quem tá acostumado com as novelas brasileiras que duram mais de 1 ano.

  • 5 Janilton Gabriel de Souza - Psicólogo e Psicanalista // maio 3, 2017 at 11:22 PM

    Verdade Marcus, concordo com a Helena. Se você assistir ao último assistiu toda a série.

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