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Os rumos de Varginha 10ª parte – Trânsito

outubro 29th, 2012 · 4 Comentários

O prefeito eleito Antônio Silva (PTB) concedeu entrevista ao radialista Carlos Costa, vereador eleito pelo mesmo partido. Clique abaixo em “Leia Mais” para ver a décima parte da entrevista, sobre o trânsito da cidade. Às 16h o prefeito eleito fala como deve ser seu relacionamento com o vice-prefeito eleito, Vérdi Lúcio Melo (PSDB).

Veja aqui a nona  parte da entrevista, sobre o Plano de Cargos e Salários.

Veja aqui a oitava parte da entrevista, sobre o contrato da prefeitura com a Copasa.

 Veja aqui a sétima parte da entrevista, sobre o Boa Esporte.

Veja aqui a sexta parte da entrevista, sobre Falta de Medicamentos.

Veja aqui a quinta parte da entrevista, sobre Ambulâncias do SAMU.

 Veja aqui a quarta parte da entrevista, sobre Planejamento e Obras Inacabadas.
 Veja aqui a terceira parte da entrevista, sobre Dívidas e Compromissos.

Veja aqui a segunda parte da entrevista, sobre atendimento ao público: “As pessoas devem ser informadas adequadamente e não enroladas pela prefeitura“.

Clique aqui para ver a primeira parte da entrevista (transição).



Trânsito de Varginha – “Nós cansamos de ouvir na campanha eleitoral que de 2001 para cá, Varginha teve uma revolução dentro da cidade, como se eu e meus antecessores nada tivéssemos feito. Qual foi o investimento que Varginha nesses doze anos fez efetivamente no trânsito? A duplicação da Contorno é uma obra federal, já havia um projeto antigo para realizá-la. Ela não desafogou o trânsito, não é mais um contorno. Não tivemos mais nenhum projeto mais ambicioso. Em 92, há 20 anos, eu pavimentei praticamente toda a cidade, não foi tapa-buraco, foi pavimentação com asfalto quente da [empresa] Torc, as entradas da Almirante Barroso, Benjamin Constant, entrada da Princesa do Sul, Doutor Módena, todo o centro de Varginha, Santa Cruz, São José, Rui Barbosa, Rio Branco, recapeamos a cidade. Duplicamos a Celina Ottoni, fizemos a ligação da Ozanan Santana, Castelo Branco com Humberto Pizzo, aquele trevinho do Cemitério, que está aguentando até hoje, foi feito por mim. Com a arrecadação que tivemos, com a implantação da Walita, com esse boom no mercado de café, isso naturalmente gerou um grande crescimento na arrecadação do Município. Paralelamente, o Estado saneou as finanças e passou a investir em Varginha, construindo e reformando escolas estaduais e foi dito na campanha eleitoral que o governo federal manda recursos para cá. Grande parte das obras que aconteceram nesses doze anos foram custeadas com verbas federais e estaduais, particularmente na área de saúde. Aí eu pergunto: quais os investimentos no trânsito? Agora no final trouxeram essa consultoria e me parece que houve um problema na justiça e não sei qual o know how dessa empresa, não conheço, é do Espírito Santo. Não sei qual foi a discussão para implantar esse projeto. Nós temos instituições, o CREA, pessoas qualificadas para discutir esse projeto. Nós vamos ter que rever isso e discutir o projeto, que está parado pela justiça. O trânsito precisa de intervenções rápidas e competentes. Amarrar o Trânsito com o Plano Diretor da cidade, não adianta inverter a mão de uma rua, colocar quebra-molas se não estiver amarrado com o plano diretor. Um mau projeto pode custar mais caro do que um bom projeto e pode prejudicar a cidade”.

Tags: Blog nas eleições 2012 · Política

4 Respostas Até Agora ↓

  • 1 Jorge Henrique // nov 4, 2012 at 00:09

    As travessias elevadas já não são mais elevadas. Ninguém respeita. Aquela primeira travessia da São José é pedir pra morrer, porque ela foi muito bem feita, diga-se de passagem, e os motoristas já sabem que quase não faz diferença e, então, continuam na mesma velocidade. Ruim para o pedestre que coloca a vida em risco, ruim pro municipio que gastou $$$ e ao invés de resolver o problema, acabou arranjando mais um. Também sou a favor dos radares: mais eficientes, geram recursos pros cofres da cidade e não estraga o carro de quem anda pela cidade com responsabilidade.

  • 2 eu // out 29, 2012 at 18:40

    E só tirar essa linha férrea que esta abandonada, e tranforma-la numa nova avenida, ligando todo o centro ate a avenida Celina Ottoni, e transformar a atual estação ferrovíaria numa pça para as circulares para manobras de circulares e a própria estação como ponto central dos onibus…
    Imagine uma nova avenida saindo da cooperativa passando pelo centro,3 bias, vila floresta, jardim andere, etc,etc

  • 3 Vuvuzela // out 29, 2012 at 17:55

    Gostei, Antonio Silva! É assim que se fala! E que há de se fazer, espero… e vou cobrar!

    “” Nós vamos ter que rever isso e discutir o projeto, que está parado pela justiça. O trânsito precisa de intervenções rápidas e competentes. Amarrar o Trânsito com o Plano Diretor da cidade, não adianta inverter a mão de uma rua, colocar quebra-molas se não estiver amarrado com o plano diretor. Um mau projeto pode custar mais caro do que um bom projeto e pode prejudicar a cidade”””

    Ao menos, o trânsito não vai sofrer nas mãos de gestores inconsequentes…que existe de fato, um grande problema de trânsito em Varginha, não resta dúvida. O que de fato, esperemos é um estudo de viabilidade, de impactos economicos, sociais e ambientais. Com seriedade. Com asfalto NOVO.
    Não da maneira como queriam fazer; Simplesmente invertendo a mão de avenidas importantes…e sobrecarregando as vias de acesso, em bairros que não tem infraestrutura nenhuma para receber fluxo de trânsito.

  • 4 Patrick // out 29, 2012 at 10:39

    Sugiro a substituição das travessias elevadas por radares fixos. Nem todas as travessias são ligadas ao meio fio(calçada), assim, não servem para cadeirantes. Quem implantou esse tipo de projeto, não teve a minima decência a ponto de verificar o que significaria de atraso em relação ao atendimento de urgências e emergências para ambulâncias e caminhões, não se preocupou se exerceria aumento no impacto sofrido pelos pacientes, não pensou no aumento nos custos de manutenção destes veículos de necessidade pública. Isso se traduz em descaso com a vida, em insensatez por pensar que não poderá precisar de tais serviços. fico imaginando se tal propositor, chegou a imaginar quanto tempo demoraria um caminhão entre 20 e 30 toneladas de peso para frenar e depois retomar a velocidade a fim de minimizar o tempo de sofrimento de quem necessita de socorro. Pífio o nível de preocupação com as pessoas, radares fixos, embora tenham custo de implantação, limitariam ainda mais a velocidade e o risco de acidentes e ainda trariam renda ao município. Isso é Brasil sob administração PT, mais vale o baixo custo na produção de uma solução maquiadora do que o correto investimento de recurso retornável na resolução definitiva do caos com o maior benefício as pessoas que realmente não teriam como se re-estabelecer na incidência de perdas consideráveis.

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