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Jornal Folha de Varginha – edição 63

novembro 16th, 2010 · 4 Comentários

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Tags: Folha de Varginha

4 Respostas Até Agora ↓

  • 1 BAADER MEINHOF // nov 17, 2010 at 10:45 AM

    APENAS PRA REFORÇAR:

    No júri do caso Celso Daniel, promotor acusará PT

    Promotor aponta a existência de um ‘grande esquema de corrupção’ na prefeitura de Santo André e diz que a morte do prefeito foi ‘encomendada’

    O Ministério Público quer 12 anos de cadeia, no mínimo, e 30, no máximo, para Marcos Roberto Bispo dos Santos, primeiro réu do caso Celso Daniel que vai a júri popular amanhã, no Fórum de Itapecerica da Serra.

    A acusação, a cargo do promotor Francisco Cembranelli, vai sustentar aos jurados que o então prefeito de Santo André, do PT, foi vítima de organização criminosa que se apoderava de recursos da administração e que o dinheiro desviado tinha dois destinos inequívocos: contas pessoais de integrantes do grupo e caixa de campanha do partido.

    “É esta a verdade”, assevera o promotor. “Havia um grande esquema de corrupção na prefeitura de Santo André. A morte de Celso Daniel foi encomendada.”

    Daniel foi sequestrado na noite de 18 de janeiro de 2002. Dois dias depois seu corpo, crivado de balas, foi localizado em uma estrada de terra de Itapecerica. O promotor está convencido de que o petista foi eliminado “por um grupo de bandidos perigosos contratados para ação ousada cujo objetivo era garantir a continuidade de vários crimes contra a administração pública”. Cembranelli vai dizer aos jurados que o prefeito “tinha ciência da corrupção e contrataram sua morte quando ameaçou tomar providências”.

    Contra Bispo pesa a acusação formal de homicídio triplamente qualificado – motivo torpe mediante recompensa, utilização de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e agiu para garantir delitos contra a administração. “Ele participou da ação, esteve na cena de arrebatamento do prefeito”, afirma o promotor, que ostenta currículo com mais de mil júris. “Bispo conduziu um dos veículos.”

    O repasse de dinheiro de corrupção para o PT faz parte do arsenal de argumentos do promotor. “Está documentado. Existem vários processos em Santo André contra essas pessoas que dilapidaram o patrimônio público, desviavam dinheiro para suas contas pessoais.”

    O promotor destaca que “alguns procedimentos falam em desvios de milhões”. “Havia um desvio para caixa de campanha e havia desvio bastante grande para contas pessoais.”

    O acusador diz que quem participou do sequestro e fuzilamento do prefeito “não tinha ligação com os políticos envolvidos no desvio de verba pública”. “Eram bandidos experientes que foram contratados em negociação para fazer exatamente o que sabiam fazer: praticar um delito grave. Eles receberam uma quantia.”

    O promotor cita Gilberto Carvalho, assessor especial de Lula. Carvalho foi secretário municipal e depois chefe de gabinete na gestão Celso Daniel. “Carvalho faz parte de um contexto. É mencionado por 5 pessoas ouvidas pelo Ministério Público. Todos ali sabiam (da corrupção), até a vítima sabia e isso acontecia com a anuência dele.” Carvalho nega.

    Para Cembranelli o crime teve mandantes e um deles seria o empresário Sérgio Gomes, o Sombra, que foi segurança e assessor de Celso Daniel. O criminalista Roberto Podval recorreu ao Tribunal de Justiça contra a sentença de pronúncia que manda Sombra a júri popular. “Há outros mandantes”, assinala o promotor. De Bruno, irmão de Celso Daniel que refugiou-se com a família na França, ele recebeu e-mail desejando-lhe “boa sorte” na missão.

    

  • 2 BAADER MEINHOF // nov 17, 2010 at 10:27 AM

    No julgamento do caso Celso Daniel, MP vai apontar esquema de corrupção do PT como motivo do crime

    Promotoria sustentará para o júri a tese de que o crime foi encomendado

    O primeiro dos sete acusados de participação no assassinato do então prefeito de Santo André Celso Daniel, em 2002, será levado a júri popular nesta quinta-feira. O Ministério Público vai pedir que Marcos Roberto Bispo dos Santos seja condenado a, no mínimo, 12 anos e, no máximo, 30 anos de prisão pela acusação de ter matado o ex-prefeito. Mas o promotor Francisco Cembranelli sustentará a tese de que o assassinato do petista ocorreu a mando de uma organização criminosa que desviava recursos da prefeitura.

    Para o MP, Celso Daniel morreu porque, indicado coordenador da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva no fim de 2001, passou a discordar da forma como a roubalheira municipal vinha sendo praticada. “Havia um grande esquema de corrupção na prefeitura de Santo André. A morte de Celso Daniel foi encomendada”, afirmou o promotor ao jornal O Estado de S. Paulo.

    Depoimentos de pelo menos cinco testemunhas e a descoberta do envolvimento do prefeito assassinado em um esquema de corrupção levaram o Ministério Público de São Paulo a concluir, ainda em 2003, que o assassinato do petista foi um “crime de mando”. Celso Daniel foi sequestrado na noite de 18 de janeiro de 2002 e morto na tarde do dia seguinte. Reduzido à sua essência, o caso se compõe de dois crimes. O primeiro é o assassinato do prefeito em si. O segundo, o esquema de corrupção formado na cidade que ele administrava. Há fortes indícios de que haja uma conexão entre ambos.

    O empresário Sérgio Gomes da Silva, amigo do prefeito morto, foi denunciado pelo MP como mandante do crime. Junto com outros sete acusados, ele responderá por homicídio triplamente qualificado. De acordo com o Estado de S. Paulo, Cembranelli dirá aos jurados que o dinheiro desviado pela quadrilha de Santo André tinha dois destinos inequívocos: contas pessoais de integrantes do grupo e caixa de campanha do PT.

    Segundo o promotor, Celso Daniel foi eliminado “por um grupo de bandidos perigosos contratados para ação ousada cujo objetivo era garantir a continuidade de vários crimes contra a administração pública”. “Está documentado. Existem vários processos em Santo André contra essas pessoas que dilapidaram o patrimônio público, desviavam dinheiro para suas contas pessoais”, afirmou Cembranelli. “Havia um desvio para caixa de campanha e havia desvio bastante grande para contas pessoais”, completou.

    Cembranelli citou ao jornal até mesmo o nome de Gilberto Carvalho, assessor especial da Presidência, que foi secretário municipal e chefe de gabinete na gestão Celso Daniel. “Carvalho faz parte de um contexto. É mencionado por 5 pessoas ouvidas pelo Ministério Público. Todos ali sabiam (da corrupção), até a vítima sabia e isso acontecia com a anuência dele.”

    LEMBRANDO QUE O PROMOTOR EM QUESTÃO É O MESMO QUE PARTICIPOU DO “CASO ISABELLA NARDONI”.

    Taí, ESTE É O PT, NADA MAIS QUE MAIS UMA QUADRILHA PRATICANDO CRIME ORGANIZADO…

  • 3 Antonio Belo Sobrinho // nov 16, 2010 at 1:32 PM

    Não consigo ver o jornal em tela cheia. E olha que eu já tentei ver em 3 computadores diferentes. Vem uma mensagem de erro que eu não consigo colar aqui. Caso alguém possa me ajudar, desde já agradeço.

  • 4 Leandro/Campinas // nov 16, 2010 at 12:06 PM

    Madeira.
    Sempre que tento ver o jornal em tela cheia da este erro:

    Erro de Servidor no Aplicativo ‘/ReaderP4W/reader2’.

    É do meu PC ou de onde o jornal ta postado?

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