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Fiscogate: trama nasceu em Minas; partidos fogem da ‘”paternidade”

outubro 21st, 2010 · 1 Comentário

Novidade em uma campanha chula, onde não faltam ataques infantis e primitivos. O Fiscogate, em que quebraram o sigilo fiscal de partidários do PSDB, nasceu em Minas. Teria sido articulado pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior, que será indiciado pela Polícia Federal.

Agora começa uma nova briga: PT e PSDB fogem da “paternidade” da encomenda. E o pior, trocam acusações sobre a autoria do dossiê. Serra diz que é coisa do PT. Que, por sua vez, diz que o dossiê vem do ninho tucano.

O eleitor merecia uma campanha melhor.

Tags: Blog nas Eleições 2010

1 Resposta Até Agora ↓

  • 1 galovicio // out 21, 2010 at 3:32 PM

    Uma coisa é certa.O Psdb de Minas (na época do doosie feito pelo jornalista Amaury junior que trabalhava no jornal Estado de Minas) estava em disputa interna das previas para presidente e era declarada a guerra entre Aécio e Serra. Aécio “engoliu” goela abaixo a derrota. Então fica muito suspeito um dossie sobre os tucanos. Na minha opiniao isso tem perna,pena e bico de ave. Segue a declaração da PF sobre o caso. Creio eu que depois das eleições ela(aPF) deve soltar mais coisas

    Brasília/DF – Sobre as investigações para apurar suposta quebra de sigilo de dados da Receita Federal, a Polícia Federal esclarece que:

    1- O fato motivador da instauração de inquérito nesta instituição, quebra de sigilo fiscal, já está esclarecido e os responsáveis identificados. O inquérito policial encontra-se em sua fase final e, depois de concluídas as diligências, será encaminhado à 12ª Vara Federal do Distrito Federal;

    2- Em 120 dias de investigação, foram realizadas diversas diligências e ouvidas 37 pessoas em mais de 50 depoimentos, que resultaram, até o momento, em 7 indiciamentos;

    3- A investigação identificou que a quebra de sigilo ocorreu entre setembro e outubro de 2009 e envolveu servidores da Receita Federal, despachantes e clientes que encomendavam os dados, entre eles um jornalista;

    4- As provas colhidas apontam que o jornalista utilizou os serviços de levantamento de informações de empresas e pessoas físicas desde o final de 2008 no interesse de investigações próprias;

    5- Os dados violados foram utilizados para a confecção de relatórios, mas não foi comprovada sua utilização em campanha política;

    6- A Polícia Federal refuta qualquer tentativa de utilização de seu trabalho para fins eleitoreiros com distorção de fatos ou atribuindo a esta instituição conclusões que não correspondam aos dados da investigação.

    Por: Divisão de Comunicação Social

    Tel.: (61) 2024-8142

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