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Você repórter: outros Natais

dezembro 23rd, 2008 · 3 Comentários

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“Madeira, olhando em arquivos de fotos e documentos da familia, descobri essa relíquia escrita por algum jornal de Varginha, acho que foi o Gazeta ou o Correio do Sul sobre a passagem de ano de 81 para 82. A festa acontecida na Rua Professora Eliza Fonseca, rua do Bairro Três Bicas colada no centro, onde o povo sempre foi muito unido e a verdadeira vida em comunidade se fazia sentir. Ali que me criei desde criança,onde aprendi jogar bola, soltar papagaio e sobretudo respeitar os valores de família e de amigos.Acho que vale a pena recordar esse tempo. A mesma rua mais de uma década depois, ou seja em 1995 ficou conhecida pelo acidente dos trens. Em ambos os casos tanto nos anos 80 como 90, o que valeu foi a união dos vizinhos e de todos os amigos que por ali um dia passaram. A Rua Eliza Fonseca é a cara de Varginha e do povo bom dessa terra, que há muito tempo trabalha e constrói o progresso e escreve a história de nosso povo”. (Carlos Cornwall)

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3 Respostas Até Agora ↓

  • 1 Valter Lima // dez 23, 2008 at 7:15 PM

    Quem assistiu ao especial de Natal da Globo chamado O Menino Imperador, vi uma passagem onde o rei da frança ao ver o povo do circo no Palácio do Imperador D.Pedro II , Perguntou O Natal no Brésil é simpre assim?

    É sim Imperador, nosso povo sabe fazer natal,carnaval,ser religioso, ajudar o próximo, precisamos de muito pouco para sermos felizes, apenas de oportunidade de igualdade, o resto a gente sabe fazer bem.

  • 2 Valter Lima // dez 23, 2008 at 8:13 AM

    Esse é o verdadeiro sentido do Natal, cito também como exemplo o Natal dos Solitários na Igreja dos Capuchinhos na bela Capital do Paraná .

    Quem está sozinho neste final de ano não precisa necessariamente passar o Natal e a virada do ano sem companhia. A Paróquia Nossa Senhora das Mercês, mais conhecida como Igreja dos Capuchinhos, em Curitiba, promove o Natal e o Réveillon dos Solitários. A iniciativa, que já acontece há mais de cinco anos, deve reunir mais de 150 pessoas em cada festa.

    Quem quiser participar não precisa levar nada. O frei Alvadi Marmentini, um dos organizadores dos eventos, revela que a comunidade e voluntários fazem as doações para as duas ceias. Assim, basta a vontade de celebrar o Natal e fazer desejos para o Ano Novo. A programação conta ainda com missas, às 19 horas, antes do jantar.
    “As pessoas que participam acabam se relacionando, trocando telefones, conversando. Surgiram amizades e até saiu casamento. Na igreja, às vezes as pessoas se sentem mais à vontade para se aproximarem das outras”, explica o frei. No ano passado, 170 pessoas passaram o Natal desta forma. O número foi ainda maior no Réveillon.

    A professora Magda Dias participa todo ano das celebrações na Igreja dos Capuchinhos. Além disso, ajuda a preparar a ceia e a estrutura necessária para receber tanta gente.
    “Eu não posso ir para a minha casa, porque é muito longe e ainda tem todo este estresse de final de ano. Por opção minha, prefiro ficar. Soube quando começou o Natal na igreja e logo me inscrevi. É muito bom. É gostoso de participar e ver as pessoas juntas, de todas as idades e classes. Este é um momento de reflexão e também de acolher as pessoas”, garante.

  • 3 ZE BRASIL // dez 23, 2008 at 7:36 AM

    Que legal Madeira, até que enfim podemos ler gestos como esse, que retratam o verdadeiro espirito de Natal. Quem anda pela periferia mais antiga de Varginha ,ainda vê que as pessoas mais simples são unidas e solidárias e não precisam de muita coisa para fazer suas festinhas. Um dia esse povo alcançará a cidadania plena e até o Poder,sem precisar submeter-se a nenhum tipo de pressão psicológica ,politica ou econômica.
    Como diria o baiano João Ubaldo.
    “VIVA O POVO BRASILEIRO”

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