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Menores

outubro 24th, 2008 · 19 Comentários

O tempo fechou para um grupo de rapazes de Varginha, na noite dessa quarta-feira. A Polícia recebeu a denúncia do desaparecimento de três adolescentes, que estariam em um rancho. Através de pista, chegaram a um rancho, onde havia, mesmo, menores. Só que não eram as meninas desaparecidas. Foram encontradas cinco menores (de 13 a 17 anos) e uma de 18 anos. Com elas, havia alguns rapazes. Todo mundo foi parar na delegacia.No dia seguinte, as três desaparecidas se apresentaram. Elas disseram que foram suspensas por cinco dias do colégio e ficaram com medo de voltar para casa.

Tags: Segurança

19 Respostas Até Agora ↓

  • 1 Cont(ato) // nov 3, 2008 at 4:34 AM

    Por culpa nas escolas ou nos pais nem sempre é a verdade. Tem adolescente com cada personalidade que ficamos por entender. É PACABÁ, parabéns, pois não são todos os pais que fazem assim.

  • 2 Zé Varginha // nov 1, 2008 at 7:22 PM

    Mesmo que a escola tivesse culpa, o que não acredito, para estas meninas decidirem fugir é porque as coisas não são lá muito boas em casa…

  • 3 É PACABÁ // out 28, 2008 at 11:12 AM

    Escola? professor? Cadê os pais que não acompanham o desempenho de seus filhos na escola? Eu tenho uma filha de onze anos, todos os dias eu acompanho, vejo seus cadernos, o que ela aprendeu naquele dia, procuro refirçar seu aprendizado e se faltou de aula por algum motivo, no outro dia está com caderno de alguma colega copiando o que ela aprendeu. Além disso nos acompanha em encontros de oração e vai à igreja toda a semana. Pode até ser que no futuro ela não seja uma pessoa de bem, mas acredito que a probabilidade de isso acontencer é bem pequena.

  • 4 Hahahahahaha // out 28, 2008 at 10:15 AM

    ………………………………………………………………………………………………………………………………….

  • 5 Nunemberg // out 28, 2008 at 10:10 AM

    A escola comunicou sim!Mais as meninas fugiram…deixando carta q não iriam mais voltar!Eu conheço esse meninos q estavam com elas!Eles num faria nda com elas se elas não quisesse!Elas são tudo novinhas,mas sabem muito bem o que estavam fazendo!Pq na minha opinião se elas foram na porta da casa de um dos meninos pra pedir pra eles levarem é por que ela queria msm fugir!Isso tudo foi falta de conversa e de educação da parte dos pais dessas meninas!

  • 6 Maria G. M. // out 28, 2008 at 9:11 AM

    Srs eu e professora, qdo sugeri maior investigação do fato é justamente pq não houve suspensão, apenas um comunicado aos pais para q comparecessem a escola.
    Estou por dentro dos fatos. A escola ja pediu retratação pela mentira da aluna.

  • 7 eu // out 28, 2008 at 4:55 AM

    A culpada disto tudo é a escola, que não comunicou os pais

  • 8 juca pitanga // out 28, 2008 at 4:24 AM

    Desculpe sr. jota se ferí sua sensibilidade.
    Você pelo jeito é o supra sumo da sabedoria, da educação e do humanismo.

  • 9 Professora // out 27, 2008 at 4:13 PM

    Gente, tudo isso poderia ser evitado se a escola tivesse a responsabilidade de comunicar aos pais , chamá-los à escola, para ciência do fato , junto com as alunas. Não se pode suspender alunos desta forma, pois o mais pravável e comum é fingirem que vão à aula e ficam pelas ruas, fazendo não se sabe o que.A ecola será sim, responsável por isso.

  • 10 Maria G. M. // out 27, 2008 at 8:42 AM

    Caro Guilherme, apenas não concordo quando diz que não procuraram saber como era essa família , como vivia, o que comia , etc.
    Parcialmente isso foi feito e , equivocadamente, foram transferidas para a escola atribuições que, em momento anterior ,cabia tão somente a família, dentre elas fornecimento de material escolar, alimentação, uniforme ( esse então nem pode mais ser cobrado sob pena de causar constrangimento ao menor e sua família.)
    Agregado a esses vieram os demais valores que, se não forem atribuições apenas da família, também não podem e não devem ser atribuições somente da escola, tais como limites, valores éticos, educação sexual, etc.
    Se a escola não pode mais punir ( no caso estabelecer sanções a quem não se adapta\cumpre as normas), espera-se que a família o faça ou, pelo menos, apoie a escola quando necessário.
    Não. O que vemos é uma escola cheia de desafios para se adaptar aos novos tempos sem qualquer apoio, de onde quer que seja, porém cercada de cobranças em todos os níveis e (pasmem!) inclusive em relação a “qualidade do ensino ali ministrado.”
    Cordiais saudações

  • 11 Guilherme // out 26, 2008 at 12:38 PM

    Educação: responsabilidade de todos

    Constituição Federal, artigo 205. “A educação, direito de todos e dever do ESTADO e da FAMÍLIA, será promovida e incentivada com a colaboração da SOCIEDADE, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.”(destaquei)

    Percebe-se, claramente, que o dever de educar não é só da escola, contudo o que se vê, hoje, não é bem assim. Há muitos achando que a escola, somente ela, deveria assumir a completa formação do criança, do adolescente e, conseqüentemente, do cidadão. Porém são incapazes de analisar, racionalmente, como deveria ser a contribuição de todos nesse processo.

    Ninguém jamais se deu ao trabalho de saber como vivem os pais de nossos alunos! Como essa criança foi gerada. Em que tipo de ambiente ela vive. Enfim, se a família é ou não bem estruturada.

    Entretanto todos se acham no direito de falar mal da escola, dos professores… Isso é fácil. Falar mal de professor é muito fácil, parece até que dá prazer. Só não é fácil apontar a saída, sugerir soluções, participar efetivamente de todo o processo. Pois, o que se espera de toda a sociedade e, principalmente da comunidade onde a escola está inserida, é uma participação efetiva e proativa em todo o processo de ensino/aprendizagem. Se essa participação acontecesse, certamente, todos se sentiriam co-responsáveis pelo que deu certo ou não na escola.

    Toda escola tem seu Projeto político-pedagógico, que é “um instrumento teórico-metódico que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica, científica, e, o que é essencial, participativa.”, no entanto, a participação da comunidade na elaboração desse documento, ao que me parece, inexiste. Então, a comunidade não se acha parte do processo; não é chamada a participar. Ela (comunidade) acredita, portanto, que basta mandar o(a) filho(a) à escola, nada mais. Essa postura equivocada, tanto da escola que deixa de convidar a comunidade escolar a participar do processo, como da própria comunidade, quando acredita que seu dever é somente matricular e mandar o filha à escola, contribui para formar uma idéia vaga de qual é a verdadeira função da escola, da família e da sociedade.

    Outro ponto importante, o Conselho Tutelar. Sua participação no processo é muito importante. Não se resume, apenas, em exigir a permanência da criança e do adolescente transgressor na escola. É necessário que ele também tenha um projeto educativo com objetivo de auxiliar pais, escola e a sociedade como um todo, a inserir o menor transgressor em um ambiente saudável, compatível com sua necessidade.

    E o Estado, como fica nessa? O Estado, em todas as esferas, ou seja, união, estado e municípios, deveria assumir realmente sua responsabilidade, isto é, subsidiar as escolas com tudo o que é necessário à formação plena do educando como salas com um número de alunos compatível com as condições de aprendizagem; laboratório de informática com computadores para todos, conectados à internet; investir na formação continuada dos docentes; valorizar com remuneração justa os professores e profissionais da educação; não interferir com politicagem na administração da escola, respeitando sua autonomia, já que a gestão do ensino público deve ser democrática; participar da elaboração e execução do projeto político-pedagógico da escola; enfim, criar e sugerir formas de melhorias da educação, entre outros.

    Pois é, como todos que se aventuraram nessa seara – educação – falando e, às vezes, falando mal, eu, como educador, senti-me, também, não na obrigação, mas talvez uma motivação especial para externar o que modestamente penso acerca desse tema e do papel a ser desempenhado por todos, posto que é essencial para a completa formação do cidadão e, como conseqüência, a consolidação do país (Brasil) como uma nação série e digna de respeito. Isso é o que todos desejamos, resta saber se cada um vai ou não cumprir sua parte…
    Guilherme

  • 12 jota // out 25, 2008 at 7:48 PM

    E Juca Pitanga voce nao passa de um grande prosa ruim.

  • 13 juca pitanga // out 24, 2008 at 4:39 PM

    Palavras que educam

    Tempo da infância. Família enorme de muitas histórias e fartas emoções. O pai trabalhava duro para que nada faltasse e a mãe, sempre carinhosa, misturava as tarefas da casa com a arte de ser cúmplice dos filhos. Inventava quitandas e brincadeiras com a mesma maestria, naquela felicidade de quem aprendeu cedo que a vida é boa e merece ser vivida. Os sete irmãos transformavam tudo em farra e riso.
    Casa mineira, de vasta varanda, cozinha grande e comida abundante. Naquele lar, onde o trabalho e o sonho dormiam na mesma cama e comiam no mesmo prato, foram delineados os pilares da felicidade que eu deveria perseguir vida afora e com que haverei de comprar passagem para a eternidade.
    Lembro-me, em especial, de uma manhã cinzenta de novembro. Devia ter apenas uns seis anos, mas a cena nunca se apagou de minha mente. Havia chovido muito e, àquela hora, uma garoa fina teimava em cair, encharcando o chão e a alma da gente. Detestávamos essas ocasiões porque mamãe nos obrigava a ficar dentro de casa, confinados como bois, impedidos de fazer as costumeiras malandragens.
     Ceis vão sujá tudo de barro, explicava ela, com cara de brava.
    Bastou uma distração e voei para o quintal. Bom molhar os pés nas poças, sujar a roupa de lama, sentir a água salpicando o rosto.
    Foi embaixo da mangueira. Ouvi primeiro o pio triste e depois o avistei: um filhote de bem-te-vi quase sem penas. Estava molhado e tremia de frio. Agarrei-o e corri para dentro, gritando alto, o bichinho apertado contra o peito, em gesto de proteção.
    Como sempre, mamãe entrou na algazarra. Apanhou um pano seco e envolveu o filhote, colocando-o, depois, perto do fogão de lenha.
     É prele ficá bem quentinho, explicou, com ternura.
    Não desgrudei mais os olhos do filhote. Gostosa a tarefa de preparar o mingau de fubá e enfiar bico abaixo, vendo-o ficar cada vez mais bonito, cada dia mais acostumado à minha presença. Em pouco tempo já era passarinho formado, pulando de um poleiro para outro, morador ilustre de uma gaiola só dele. Éramos grandes amigos!
    Vendo-me tão feliz, mamãe me perguntou se eu gostava do bichinho. Quando eu disse que sim, ela simplesmente me disse que, se era assim, eu deveria soltá-lo. Tentei argumentar, mas ela explicou que ninguém tinha nascido para ficar preso, que o bem maior de toda criatura era a liberdade. Homem de verdade era quem tinha coragem de deixar livres as coisas que amava…
    Existem palavras que educam para a vida toda. Hoje, tantos anos passados, aquelas palavras continuam ecoando em minha mente. Acho que nem me dei conta disso quando escolhi ser professor, mas guiado pela sabedoria de mamãe, nunca deixei de apanhar pássaros caídos nas tempestades da vida para, depois de aquecê-los junto ao peito, joga-los em direção ao céu, permitindo que voem. A maioria nunca retorna, mas, de vez em quando, um jovem aluno qualquer, agora transformado em doutor-ave-migratória de sucesso, manda notícias de lugares distantes que nunca vi nem verei, dizendo que os ares de lá são bons e que ele se sente feliz voando alto. Então fico feliz também!

    (pseudônimo do autor: João Daphé)

  • 14 juca pitanga // out 24, 2008 at 3:55 PM

    Esqueci- me de dizer que certa vez na história da educação em Minas Gerais um Governador reagiu a uma Greve de professores dizendo, ” AS PROFESSORAS NÃO GANHAM MAL, ELAS SÃO É MAL CASADAS.” Muitos dizem que foi o Newtão, mas não foi não , foi o Hélio Garcia. Um estimulo tão grande quanto este, ajuda bastante, o resultado está aí.
    O nível de ensino nas escolas públicas estaduais.

  • 15 juca pitanga // out 24, 2008 at 3:43 PM

    Fizeram um código de menores e adolescentes no Brasil, imaginando um Brasil igualzinho a Noruega, Suécia, Dinamarca.
    Professor chama atenção de um aluno , ou apanha do aluno ou dos pais, principalmente na escola pública.
    Inverteram as coisas.
    E o resultado estamos vendo, baixissimo aproveitamento, Escolas pichadas, gangues, professores desestimulados por Diretores ligados a políticos, é pressão pra todo lado.
    O ensino no Brasil tá passando pelo seu Calvário.
    Tá ruim de doer.
    Hoje um aluno numa escola estadual não pode ser reprovado, e alguns saem da Escola prematuramente por vários motivos e muitos não sabem ler , nem na quarta série do ensino fundamental.
    A educação é prioridade só nos programas políticos e nos discursos demagógicos.
    Se faz necessário uma revolução na educação ,os métodos praticados atualmente principalmente na escola pública já provaram que tem graves falhas.
    E que Deus nos ajude, pois o produto deste ensino caótico são estes jovens sem rumo, sem ideal, sem perspectiva nenhuma de futuro.

  • 16 Maria G. M. // out 24, 2008 at 10:01 AM

    Madeira, procure ouvir o colégio.
    Não houve suspensão.
    Hoje a escola “é culpada ” por tudo.
    A história é bem outra. Verifique.

  • 17 luiz rodrigo // out 24, 2008 at 7:36 AM

    casos como esse são frequentes em varias cidades,acho que cabem aos pais educar corretamente seus filhos ao invés de julgar as pessoas envolvidas pois esses muitas das vezes não são totalmente culpados ninguem vai para um rancho e fica lá por cinco dias obrigado sem ninguem perceber devem apurar corretamente os fatos.

  • 18 Heldrick // out 24, 2008 at 7:15 AM

    cada a vara de marmelo?

  • 19 Carlos Henrique // out 24, 2008 at 6:42 AM

    De qual escola ?

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