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Memórias de Varginha: antes da inauguração do Rio Branco

maio 30th, 2008 · 27 Comentários

Leitor do blog que costumeiramente envia textos e fotos e assina como “Lente de Aumento” encaminhou foto do edifício do Cine Rio branco, alguns dias antes da inauguração. Observa-se a placa na grade, do construtor José Braga Jordão.

cine_rio_bco_1956.jpg 

Cine Rio Branco
Nascimento: * 1956
Morte:           † lenta  
Clique ao lado para ler mais: “Lente de Aumento” elencou alguns títulos de filmes que podem traduzir a situação atual do Cine Rio Branco: E o vento levou, Titanic, Em algum lugar do passado, A grande ilusão, Soberba, O desprezo, Os incompreendidos, A felicidade não se compra, Desencanto, Os esquecidos, Os melhores anos de nossas vidas, A última gargalhada, Almas em leilão, Amargo pesadelo, A um passo da eternidade, Fuga do passado, Terra de ninguém, A última sessão de cinema.

Tags: Memórias de Varginha

27 Respostas Até Agora ↓

  • 1 jose donizeti azevedo // fev 16, 2014 at 6:51 PM

    primeiro filme rio branco . depois rex. ultimo .mel querido capitólio. quanta saudade.abraço a todos

  • 2 jose donizeti // abr 15, 2012 at 7:59 PM

    quer ser assaltado vai a varginha mg

  • 3 Eduardo Simão // fev 2, 2012 at 7:28 PM

    Para o TIÃO MANE. Você esta enganado prova disto e o que fez a prefeitura de BH passando o Cine teatro Pálido para o SESC . diga de passagem menor que o nosso glorioso Cine Rio Branco ( parece muito no lado de dentro com o Palácio das Artes de BH),. O SESC reformou o Páladio e hoje é uma das melhores salas de espetaculos de BH ( vide site do sesc mg). O passado nos ensina que não devemos demolir e sim restaurar. Todo espaço utilizado para a cultura nos deixa mas preparado para não dizer o que você disse . Na minha opinião o que Varginha como um todo políticos e sociedade civil faz com o Cine Rio Branco mostra um total desrespeito com as nossas conquistas sejam elas culturais ou outras. Deixar em ruinas o Cine Rio Branco e como deixar nosso futuro sem passado e quem não tem passado não pode ser digno. Sem magoas um abraço a todos da minha querida Varginha . Não moro mas ai mas tenho muitas saudades .

  • 4 Jorginho // fev 1, 2012 at 9:01 PM

    É….É assim que se chega ao fundo do poço, minha gente!! Dinheiro pra resgatar um grande orgulho da nossa cidade, que hj em dia oferece até risco a população (vide caso da marquise que despencou sobre a cabeça de cidadãos alguns meses atrás) o Corujinha e seus asseclas não o tem. Mas pra colocar gente de farda azul e despreparada de tudo na rua, trazer sirigaitas marombadas pra vestir a camisa do Boa pra meia dúzia de velhos ricos e montar elevadores panorâmicos na sua toca….ahhhh isso ele tem!!!

  • 5 tião mané // out 28, 2011 at 3:23 PM

    tudo o que é velho acaba mesmo
    o passado não volta atrás
    não adianta lamentar águas passadas
    o desenvolvimento é rápido e tudo é
    mudado e transformado no mundo inteiro
    nada de lembraças já mortas e acabadas.

  • 6 LULU // jun 14, 2011 at 8:57 PM

    O projeto do Cine Rio Branco foi o Arquiteto JOSÉ BRAGA JORDÃO e o Engenheiro que o construiu foi MAURÍCIO FERREIRA BARROS, ambos nascidos em Varginha. Estive no dia de sua inauguração. Uma festa inesquecível.

  • 7 ET de Varginha // abr 14, 2011 at 11:20 AM

    amigo waltinho vilela o prefixo era Nocturne de Paul Mauriat. abraço do ET de Varginha

  • 8 thiago // abr 7, 2011 at 6:06 PM

    na minha opinião deveria volta a fuincinar só juntar um dinheiro pra arruar em vez da prefeitura fica dando dinheiro aos guardas munipal ,pra mim eles num faze nada pra melhorar varginha a policia militar tambem vamus lutar parar o cine rio branco voltar a funcionar eu garanto que naum vão se arrepender naum viu
    ass: thiago

  • 9 Waltinho Vilela // mar 1, 2011 at 7:33 PM

    Minha geração viveu todo o glamour do Cine Rio Branco, quando era obrigatório assistir a missa de domingo e após, a sessão das 18:00hs. em companhia da namorada. Vinha gente de toda a redondeza que ficava extasiada com o prefixo Love is a many esplendorend thing. É preciso preservá-lo.

  • 10 IN OFF // fev 22, 2011 at 10:43 PM

    Caramba…esta foto é muito “saudade”!!!
    Um dia vou fazer uma maquete!!!!
    Eu hein!!

  • 11 Bruno Peloso // fev 22, 2011 at 4:10 PM

    Eu acho q teri q ser feito um local como memoria de algo, por exemplo colocar o cinema de volta, pois tem uma das maiores telas da america.

  • 12 Bruno Peloso // fev 22, 2011 at 4:03 PM

    Eu sei que um dos donos do cine era o meu avô Amadeu Peloso, quando faleceu, o novo dono não teve dinheiro para pagar as despesas. Isso e o que me falam.
    Abraços

  • 13 Pedal de Carnaval « Flagras do Pedal // fev 21, 2009 at 4:31 AM

    […] é cultura, é música do Conservatório Maestro Marciliano Braga, é música de raíz, é a segunda maior tela de cinema do mundo, é o centro do “EIXO T” que liga São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, é o […]

  • 14 eduardo peloso // ago 28, 2008 at 5:39 PM

    è duro ver um maganifico cine como o RIO BRANCO jogado as traças ,quem assistiu algum filme no cine RIO BRANCO não se conforma com as salas de projeção de nossa cidade. Quando voçe entrava no cinema era como entrar em outro mundo,balas que so la existiam,dois andares com cadeiras superiores reclinaveis ,banheiros sempre bem cuidados,quando voce sentava na poltrona e apagavam-se a luzes o espetaculo começava verdadeiramente. As mundaças de cores da decoração começava a mudar e a musica ha que saudade !!! quem viu numca vai se esquecer!!!

  • 15 MARCIA // jun 2, 2008 at 8:53 PM

    TENHO MUITA SERTEZA QUE ISSO REALMENTE IRA VAI ACONTECER…………SE DER ANTONIO SILVA E LEANDRO ACAIABA TEREMOS O CINE RIO BRANCO DE VOLTA…………..

  • 16 Eu // maio 31, 2008 at 1:55 PM

    O Vereador Leandro Acayaba sempre apresenta projetos para a compra do Cine pela Prefeitura. Entretanto, pelo fato de ele ser da oposição à atual Prefeitura, projetos como esse não vão pra frente, e quem perde mesmo é o povo.

    Quem sabe a oposição levando a vitória nas próximas eleições, as coisas possam vir a mudar, pelo menos na questão do Cine? Eu acredito nisso.

  • 17 Rafael // maio 31, 2008 at 12:20 AM

    Virar Casas Pernambucanas eh que nao pode ne gente… fala serio.

    De qualquer forma, concordo com a opiniao de que a Prefeitura deveria se mexer com mais afinco para tentar resolver o problema.

    Afinal, por mais que gostemos do imovel, ainda e um bem privado, e seus donos podem estar precisando da renda ou do dinheiro que sua venda poderia proporcionar.

    Nao da para simplesmente tombar o predio e os proprietarios que se lixem para conserva-lo. Nao eh justo transformar um patrimonio familiar em um elefante branco.

    Ja esta provado que cinemas com essas caracteristicas sao deficitarios hoje em dia. Somente com algum incentivo oficial ou subsidio um negocio desses pode ser tocado hoje em dia. Ou entao, sua divisao em varias salas, o que tambem descaracterizaria o imovel.

    Porque nao buscar subvencao em orgaos como a Petrobras por exemplo, para ajudar a Prefeitura a custear sua transformacao em centro cultural, um cinema para mostras com algum calendario oficial no Sul de Minas, ou algo que o valha.

    Espero que o Cine Rio Branco seja poupado da incuria, e volte a ser o majestoso templo da setima arte que tanto trouxe orgulho aos varginhenses.

    E que a criatividade, tao comum aos politicos quando se trata de explicar desvios de verbas, seja usada de forma positiva, tentando realmente encontrar uma solucao correta para o cinema, a populacao e seus proprietarios.

  • 18 medonho // maio 31, 2008 at 12:18 AM

    vender rapido ,as familias que sao donas do imovel tem este direito, mandar as duas ou tres mulheres arrumarem coisa melhor para fazer,quem sabe,conseguirem um homem,implodir tudo bem rapido, e construir logo qualquer coisa que traga beneficios a cidade.

  • 19 Afonso Henrique // maio 30, 2008 at 11:26 PM

    O Cine Rio Branco e a área central de Varginha constituem um assunto polêmico.
    Algum de vocês já parou para pensar que o centro de Varginha está se tornando uma área degradada? Mal comparando, assim como o centro velho de São Paulo. Durante o dia um local extremamente movimentado, durante a noite um lugar deserto. Alguém já passou pelo calçadão da Wenceslau Braz depois das 20 horas? Parece uma cidade fantasma, causa arrepios!
    Uma loja de departamentos tentou comprar o prédio do cine Rio Branco. Não conseguiu. Porém se ela tivesse se instalado por lá teríamos um grande magazine sem estacionamento (não estava previsto estacionamento no projeto), piorando consideravelmente o nosso trânsito já insuportável e um pólo de atração de pessoas para o centro da cidade. Já tentaram ir ao centro aos sábados entre 10 e 13 horas?
    Além disso, é claro, teríamos perdido o Rio Branco. Bom, exatamente não sei se já o perdemos…
    O município de Varginha tem 400 Km2. Muito espaço! Será que temos que destruir um patrimônio para montar uma loja e gerar empregos?
    Claro que não!!! Exemplo: a própria Casas Pernambucanas está gerando um montão de empregos aqui mesmo em Varginha. E, interessante, não precisou do prédio do Cine Rio Branco para criá-los.
    O que me consola é que mais cedo ou mais tarde vão aparecer grandes empreendedores – iguais àqueles que construiram o Cine Rio Branco – pessoas de visão, que irão deslocar o comércio do nosso degradado centro da cidade para uma área mais agradável, mais segura, enfim, mais adequada ao futuro grandioso da nossa Varginha.

  • 20 Eu // maio 30, 2008 at 7:08 PM

    Pra quem está um pouco por fora do que aconteceu, alguns links que poderão ajudar:

    Vídeo “As Meninas do Cine Rio Branco”:

    (parte1)
    http://www.youtube.com/watch?v=ZhGlXGi-P64

    (parte2)
    http://www.youtube.com/watch?v=3Mu8N7LMaX0

    (parte3)
    http://www.youtube.com/watch?v=2iH2LgDchZw

    Comunidade do “Cine Rio Branco” no Orkut:
    http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1741800

    Um breve descritivo da época que foi feito o vídeo das Meninas:
    http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=1741800&tid=21048285&start=1

    Antigo site do grupo que lutou pelo tombamento do Cine, com todos os detalhes sobre este Patrimônio:
    http://web.archive.org/web/19990204042118/www.usuarios.fepesmig.br/riobranco/crb-main.html

  • 21 Júlio César // maio 30, 2008 at 6:24 PM

    Sou novo, só fui ao cinema uma vez e não lembro de muita coisa lá dentro. Muita coisa do que sei foi pesquisado, consegui entrevistas, conversei com pessoas, consegui algumas fotos do interior (que não foi muito animador, dá para ver parte do telhado mexido, infiltração…).
    Estou vendo se converso com o promotor Hamilton, mas quero conseguir mais informações antes a respeito do cinema, para ver o que ele pode acrescentar. Gostaria de conversar com o atual proprietário, José Fernando Prince, consegui seu telefone e endereço, mas não sei como ele é em relação a isso. E se possível fazer uma visita com ele para tirar fotos com uma boa maquina e ter um material legal a respeito do cinema (o que complica é que os bombeiros cortaram a luz para evitar o risco de incendios, então tinha que saber como fia a iluminação la dentro).

    É bom ver tanta gente revoltada, mas nas minhas pesquisas também encontrei muita gente revoltada e que assim como eu não tem conseguido fazer muita coisa! Por que não nos juntarmos e organizar algo em prol do cinema? Por que não um grande abaixo assinado a encaminhar para a prefeitura e câmara dos vereadores pedindo a compra do estabelecimento? Pelo que sei ele está a venda sim, e mesmo que não esteja é algo de interesse da sociedade, portanto pode ser desapropriado pela prefeitura mediante indenização aos donos.
    Creio eu, que os donos preferem vender o prédio a ver ele se deteriororar como tem acontecido.

    Se for de interesse, posso ver se organizo um material sobre o cinema para colocar aqui.

    PS: Quanto aos títulos poderiamos sugerir coisas mais otimistas, coisas que animem os animos para conseguir sua restauração. Que tal o lendário “A volta dos que não foram” e outros.

  • 22 Whisk Zito // maio 30, 2008 at 5:08 PM

    Madeira, alé do filme poderia ser um livro ‘O TRISTE FIM DE POLICARMO QUARESMA’

  • 23 Afonso Henrique // maio 30, 2008 at 4:33 PM

    No cine Rio Branco tudo era ousado. Na sua inauguração Varginha tinha cerca de 25 mil habitantes e 5% desta população cabia dentro do cinema.
    Sua tela Vistavision-Cinemascope era a maior do país.
    Os equipamentos de som e projeção eram Simplex, que até hoje são sinônimo de qualidade e sofisticação, poucos cinemas os possuem.
    A marquise avançava sobre a calçada, num vão livre enorme, desafiando a lei da gravidade.
    Vamos lembrar aqui alguns nomes dos responsáveis pela obra magnífica: o ex-prefeito José de Rezende Paiva, a família Prince de Souza, a família Peloso. Alguém que eu tenha esquecido?

  • 24 Inconformado! // maio 30, 2008 at 3:54 PM

    Como pode um cinema na estrutura qe ele tem ser abandonado assim? Quem são essas duas mulheres que fizeram isso com o nosso cine? Toda vez qe passo em frente ao cinema e o vejo naquela situação, me da uma dor no coração ao vê-lo dakela maneira! Qual foi o verdadeiro motivo do fechamento?

  • 25 Júlio César // maio 30, 2008 at 3:09 PM

    Perguntaram sobre a situação so cine, vou postar parte do que sei e que me entristece.

    “(…)onde se encontras as duas mulheres que fizeram destuir o cine Rio Branco(…)”. Grande erro pensar assim .. se o prédio ainda existe e mantem suas características é pelo trabalho dessas “duas mulheres”. Elas fizeram o que ninguem faz hoje, lutaram pela preservação do cinema!
    O prédio já estava praticamente vendido e inclusive uma parte do dinheiro havia sido depositada pela adquirente (Pernambucanas), tanto é que pode se observar que existem locais no cinema que foram “mexidos” para fazer estudo de fundação e etc.
    Caso a venda se concretizasse o prédio seria praticamente desmanchado para que pudesse ser feita uma loja no local. O que foi feito? O tombamento do prédio e a intervenção do ministério público na venda do imóvel (o promotor Hamilton foi o responsável).

    A partir daí não houve mais o interesse de compra por parte de lojas e igrejas pois não poderiam descaracterizar o lugar. Por falta de capital para investimento por parte dos dons (familia Prince, a qual tem imensa estima pelo imóvel e não se orgulha de maneira alguma em ver o prédio na situação atual) e por falta de interesse de investidores o prédio vem se deteriorando.

    O que acontece com o prédio tombado?
    A população em varginha acredita que tem que ficar lá, deteriorando. Mas muito ao contrário, deve ser preservado e pode funcionar perfeitamente! (Vide grandes casarões das cidades históricas, camara dos veriados de varginha, cadeia municipal, museu, biblioteca, dentre muitos outros que são prédios tombados.
    O que acontece é quem em Varginha foi criado esse mito de que o prédio está fadado ao abandono.

    O grande elemento complicador é que para a realização de obras é necessária uma previa avaliação do orgão responsável pelo tombamento do cinema. Além disso, o IPHEA e o governo de modo geral não pode injetar dinheiro num patrimônio privado. O prédio deveria ser adquirido pelo município, Estado ou União para que possa receber investimentos, ter sua reforma patrocinada (existem as leis de incentivo a cultura, e outras…) e voltar a funcionar.

    Como um cinema desse tamanho sobreviveria?
    Ele não seria um simples cinema, mas um centro de eventos, com palestras, show, workshops e também funcionando como cinema (exibiria apenas os grandes filmes, traria estréias nacionais para varginha, etc… esqueceram que varginha tem um imóvel desse tamanho e realiza seu festival de cinema numa tenda no meio da rua??).

    Foi criado um centro de cultura para tentar adquirir o cinema e promover a reforma, mas para conseguir a verba para adquirir o imóvel (na ultima negociação 1,5mi) e para reformá-lo era necessário que uma quantia prévia fosse arracadada, o que não conseguiram fazer. Hoje esse centro de cultura ainda está em funcionamento, porém encontra-se “adormecido”.

    Uma prefeitura que arrecada mais de 130milhões poderia SIM destinar verba para a aquisição do imóvel, basta boa vontade e um pouco de visão do que ele tem a oferecer.

    O prédio tem capacidade para 1600 pessoas, uma tela de 26m, equipamento de circulação de ar e, pelo que fiquei sabendo, mas não sei ao certo, que o equipamente de projeção ainda se encontra no local (e ainda nos dias de hoje, na sua categoria é um equipamento atual).

    Ao meu ver a culpa de tudo estar como está é da população, que nunca exigiu que a prefeitura fizesse algo para que isso se resolva. Que prefere acreditar que o prédio tem que viver jogado às traças.

  • 26 Eu // maio 30, 2008 at 2:58 PM

    Não são duas, são três. E não concordo com a afirmação de que elas fizeram destruir o Cine. Quem destruiu foi a iniciativa privada, ou melhor, os donos, que não procuraram aproveitar a oportunidade do tombamento do Cine para fazer as devidas reformas, financiadas pelo nosso Governo. Dizem que Deus dá asas pra quem não sabe voar, e uma prova disso é o caso do Cine.

  • 27 PAULO // maio 30, 2008 at 11:56 AM

    Afinal onde se encontras as duas mulheres que fizeram destuir o cine Rio Branco…pois se tivesse deixado o cinema ser vendido teriamos um predio reformado , muitos empregos , não um predio em ruinas……
    Tem gente não tem o que fazer mesmo..

    Alguem ou o blog pode dizer a todos como esta a situação do RIO BRANCO?

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