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União

abril 10th, 2008 · 7 Comentários

A conclusão a que chegaram os políticos que participaram da reunião do G7, na noite dessa quarta-feira, em Varginha: “O principal consenso é que todos concordamos com o consenso”.

Tags: Política

7 Respostas Até Agora ↓

  • 1 Para a PATRICIA // abr 19, 2008 at 10:42 PM

    Minha cara PATRICIA, não seja puxa saco também…está sendo favorecida pelos Coronéis que comandam o poder? Hoje em dia todas as grandes empresas que pensam no crescimento não existe isso que você acabou de dizer… realmente agora vejo por que essa cidade está desse jeito nas mãos de pessoas como você que tem essa visão PROVINCIANA e CORONELISTA…bjos.

  • 2 Cont(ato) // abr 17, 2008 at 11:40 PM

    Valeu Patricia. Detonou com poucas palavras!

  • 3 Observador // abr 14, 2008 at 6:14 PM

    Traduzindo: quem falou isso quis dizer que o grupo está fechado, unido.

  • 4 PATRICIA // abr 14, 2008 at 3:56 PM

    NÃO,ACESSE NA SUA CASA; NA PREFEITURA VOCE TRABALHA.

  • 5 CENSURA // abr 11, 2008 at 11:12 AM

    Censura
    A prefeitura de Varginha está censurando todos os sites que os funcionários tem acesso, os cpus estão programados para NÃO abrir qualquer tipo de site que começam com a palavra BLOG, YAHOO, MSN, HOTMAIL, BOL, ETC. será que a moda da China chegou até aqui. Assinado: servidores municipais revoltados

  • 6 Paulo Vermelho // abr 11, 2008 at 1:24 AM

    Vale a pena ler o artigo de Marcelo Pimentel no Correio Braziliense de hoje, senhores bloguistas que querem entender mais de politica:
    10.04.2008
    QUAL É O SISTEMA POLÍTICO BRASILEIRO?
    por Marcelo Pimentel, no Correio Braziliense
    Estamos vivendo uma época de espantosa decadência política, mercê de um Congresso estagnado, amorfo, insensível às necessidades populares, expressão efetiva de escassês do interesse público por esse tipo de atividade. Foi-se o tempo em que a politização do país empolgava, generalizadamente, quando em cada família havia sempre um vocacionando para a administração do Estado, em qualquer dos seus setores.

    Que fatos terão colaborado para essa alergia à política? Creio que são vários e eu indicaria como um dos principais a mudança da capital para Brasília. Isso não quer dizer que desmereça as vantagens da interiorização da capital, a principal delas, inegavelmente, a conquista e incorporação do Oeste à produtividade nacional. Porém, desde a mudança, sustento que parte do interesse pela vida pública refletia-se preponderantemente na vontade geral dos interioranos em mudar-se para o Rio, fonte inesgotável de prazeres, cultura, modernidade, boas universidades, etc., fatores não tão comuns ao restante do país, naquela época.

    Ser político na então capital federal era status e caminho certo para ocupar outras cadeiras de projeção nacional. Mudar para Brasília representava para alguns interiorizar-se mais ainda. Idéia falsa que o tempo acabou por desmentir ante a importância internacional que Brasília adquiriu como cidade. Institucionalizou-se aqui, lamentavelmente, um certo afrouxamento dos costumes parlamentares, como as faltas remuneradas às sessões, o pagamento de mordomias, como residência, transporte, nepotismo desenfreado, enfim, fatores desmoralizantes que não eram usuais no Congresso, no Rio, onde os parlamentares tinham também que morar e comer, o que não faziam às custas dos cofres da viúva. Nos subsídios eram inexoravelmente descartadas as faltas.

    As distâncias desestimularam vocações porque se tornou notório o costume de parlamentares virem solteiros para Brasília, embora seja esta uma aprazível, confortável e deliciosa cidade para se morar, apesar de sua planificação urbanística esquerdista ter tido como conseqüência o isolamento das pessoas.

    O Congresso amesquinhou-se e os grandes nomes sumiram do cenário político. Onde estão os descendentes dos Melo Franco, Prado Kelly, Lacerda, Santiago Dantas, Flores da Cunha, Valadares, Bias Fortes, Carvalho Pinto, Capanema, tantos e tantos luminares que engrandeciam a vida nacional? Essa perda de vitalidade do Congresso fez com que o Executivo se agigantasse, sobrepondo-se ao bicameralismo representativo e a um sistema partidário falido e desmoralizado. Partido é um aglomerado de letras usado para satisfazer os interesses pessoais dos afiliados, sem aquele vigor de compromissos recíprocos que tornavam as velhas entidades como uma segunda família.

    O que se vê hoje é o Executivo poderoso sobrepondo-se a um Congresso enfraquecido incapaz de autocompor-se para exercer suas reais funções. Onde estão as leis votadas pelo Congresso? Não existem, ante a proliferação de medidas provisórias que o Executivo exacerbadamente utiliza como se o seu uso não fosse uma exceção constitucional. O Congresso não consegue realizar uma primeira obrigação, que é exercer o mandato que o povo lhe conferiu de preparar as leis essenciais. O país vive com uma legislação caótica, onde, certamente, uma miríade de leis ou atos de comando legal estão em vigor, sem que, ao certo, se saiba quantos, embora muitos se choquem ou se contradigam.

    O presidente no Brasil atual legisla como e quando quer sobre qualquer assunto. O Congresso está paralítico, não consegue tirar da frente de suas pautas as inconstitucionais medidas provisórias, sem coragem de enfrentar a verdade historicamente incontestável de que a sua maioria é submissa a um Executivo hipertrofiado. A medida provisória é necessária, em casos limitados, porque a tramitação legislativa, decorrente das controvérsias, é morosa, ainda mais quando, para compor divergências, as comissões temáticas da Câmara são integradas por dezenas de membros. No Rio, cada comissão importante (Justiça, Finanças, Obras Públicas), compunham-se de, no máximo, 25 deputados, preferencialmente técnicos na área. Com essa pletora de participantes agora, haja tempo para discussão.

    Os jornais diariamente apontam os assuntos predominantes no Congresso. Se há interesse relativo neles, é real que as grandes reformas ficam no esquecimento. Quem legisla é o Executivo, entulhando o Congresso com medidas provisórias inconstitucionais, que acabam provocando repercussões no Judiciário. No Brasil, criamos um sistema governativo novo, que não é nem parlamentarismo nem presidencialismo. Cada um que defina como quiser esse pandemônio.

  • 7 Pierre // abr 11, 2008 at 12:54 AM

    OU SEJA TROCARAM SEIS POR MEIA DUZIA.

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