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Lenda urbana

25 de março de 2008 · Cultura, Geral ·

É curioso perceber que, em pleno século XXI, com as pessoas conectadas pela internet por todo o mundo, ainda exista espaço para causos como esse. Uma senhora que morava nas Três Bicas faleceu há algumas semanas. Poucos dias depois, alguns moradores disseram que viram a senhora na pracinha do bairro. Foi o bastante para o assunto correr a região e ganhar outros bairros. Nas Três Bicas, não tem outro assunto. Outros moradores juram que também a viram, mesmo sem saber quem era a pessoa. É herança da oralidade brasileira.
O professor Zionel Santana explica que lendas urbanas são pequenas histórias de caráter fabuloso amplamente divulgadas de forma oral. Surgem, muitas vezes, quando ocorre um evento que abala a população.
(Nota escrita com o devido respeito à senhora e família que, por sinal, desconheço quem seja)

→ 49 Comentários

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49 Comentários até o momento ↓

  • melissa

    eu gostei da lendas

  • IN OFF

    Este assunto é “muitio bão”…vamos colocar mais lendas urbanas , suburbanas , centrais e capitais!!!
    Eu hein!!

  • Jamerson Martins

    A loira do banheiro é uma tremenda gata! Pena que morreu mto jovem, também náo gostava de estudar!

  • caetano

    tudo aver

  • Jo e Laura

    Isso éh tudo uma porcaria só!
    Sao coisas q nos atingem quando perdemos alguem muito importante na morte ou quando estamos para baixo
    mas isso vem do nosso psiquico!que acabam nos usando com magia negra, cartas, benzedeiras, videntes e outros!
    Desculpa minha sinceridade mas sou assim prefiro ver as coisas dentro da realidade!!!

  • IN OFF

    Gente….vcs querem um cara mais assustador do que a história da Branca de Beve e os 7 assustadores….por sinal são “anões”…e saber que um deles é técnico da nossa Seleção!!!!!
    E que vamos jogar contra a Coréia do Norte que o maior jogador deles mede 1,666666666 mts.
    ===============================
    Eu hein!!!

  • lucas henrique

    nada assustador

  • Kelly Bronky

    bem não tem nada de lagal msm nestas historias de criança Bruna

  • Bruna

    seí toodos estes aii qe qe há de assustadoor ???mto tenso mais tdb kara ve se coloca lendas melhores

  • brunna lorenna

    oii em muito assustadorrrrr♥

  • Bruna

    ÉE ingrid dá muito medo msm!! e Gabrielle não tem outra coisa pra falar não tem copiar de mim pelo amor de Deus néeh?

  • camilla natacha

    lenda da fada dos dentes

    Era uma fada bozinha ela trocava dentes de crianças por moedas de ouro mas um dia ela em sua casa foi acidetalmente queimada e ela vai durante a noite na casa de cada criança pega os dentes es os dentes estiver deibaixo do traviseiro e os troca por moedas mas si alguem a vê ela matara esa pessoa.

  • ingrid

    bruna eu também faço a mesma coisa

  • gabrielle

    eu morro de medo da loira do banheiro eu tenho medo de ir no banheiro sosinha e sempre q eu vou no banheiro pesso para a minha amigas i comigo

  • bruna

    Gente, eu sou a medrosa da escola quando vou ao banheiro peço minhas amigas que me acompaham até láh pra vê se não tem nada prq morro de medo dessas lendas me dáh até arrepios nos braços ainda mais quando falam da lenda da loira do banheiro dizem que vai ao benheiro se apertar a desgarga 3 vezes chutar o vaso 3 vezes e xingar 3 palavrõs a loira aparece nossa tenho um medo de apertar a desgarga da minha escola por causa disso a lenda também assustadora é da velha do algodão nossa que medo até estáh falando aki me dáh medo e ficar em casa sozinho Deus me livre!

  • bela

    eu tive medo da bruxa do espelho

  • fofa

    jente eu morro de medo tambem mais eu sei que isso é só (tipo barlendas )entao fico mais tranquila mais é muito melhor saber que nada disso existe mesmo …nada nem loira do banhero.seilá nem outros…(esse é o meu depoimento)

  • richardson

    da horaaaaaaaaaaaaa………………..

  • Julia Magni

    Aii uma vez na escola eu estava esperando minha colega no banheiro e a luz se apagou sozinha nós saimos correndo do banheiro entramos na sala e não estava ninguem lá corremos para a sala do diretor e não estava ninguem lá eu cai e dai fomos para a enfermaria ninguem lá.Corremos para o banheiro de novo nós ouvimos uma voz assustadora dizendo:
    - Saiam agora daqui ou vão ter de enfrentar a LOIRA DO BANHEIRO!
    Depois nós vimos uma sombra de uma mulher com uma faca na mão cheia de sangue.

    Tudo isso é verdade gente!

  • mariana

    amei

  • karol

    eu ñ gosto de lenda urbanas

  • andreza e isaias

    nos adoramos lendas urbanas

  • sarah celiny

    essa coisa de lendas é assustador !!

  • maria clara

    eu queria saber a lenda da velha do algodão!!no serviço da minha mãe todos falam dela(brincando,lógico) porque no andar debaixo do andar que ela trabalha há uma faculdade…

  • JOARA

    E
    ]LEGAL AS LENDAS URBANAS

  • gatinha

    Aíí eu tenho muito medo

  • jaque

    Lendas não existem !!!!
    Eu digo isso de todo o meu coracão!!!!
    isso e uma grande bobagem!!!!
    Eu sei que existia mas agora não existe mas.

  • Bruna

    pic

  • higor

    a s lenda s sao assustadoras cada coisa sobre natural
    que nos nem sabemos se existem ou nao uma coisa e ceto que as vezes eu acredito e as vezes nao

  • Julia

    a loira do banheiro existe

  • Con(ato)

    Ué Oscar, não era o Mussum que diria assim? Tá duris? Falta de respeito falar assim com a Ingrid, viu?

  • Lendeiro

    E as lendas do pasto do zé gomis rs…

  • Oscar Kamano

    O Ingridi,pior do que entrar em banheiro de escola é entrar em banheiro de ônibus,parece que o cheiro fica empregnado na gente, isso sem contar que de vez em quando alguém no aperto vai lá e bate aquele barrão.
    Aí como diria um antigo vendedor de bilhetes de loteria de Varginha. TÁDURIS.

  • Con(ato)

    Ô adrielly, o que é velhamim acarissiano? Seria uma velha me acariciando?(Não eu,em você). Em tempo, bonito nome.

  • adrielly

    uma vez eu estava sem sono então ouvi um grito ,eu muito assustada corri pra cama de minha mãe.
    no outro dia a mesma coisa;não liguei virei pro canto e tentei dormi mais náo conseguia.
    quando virei novamente eu juro q vi uma velhamim acarissiano.

  • Con(ato)

    Ingrid, essas coisas não existem. Muitos adultos inventam histórias só para inquietar as crianças. Não ligue pra isso não, só não aceite nada de estranhos.

  • ingrid

    eu tenho 10anos e tenho muito medo de entrar no banheiro da escola não sei porque mais a contecem coisas muito estranha lá tipo: a luz apaga sozinha a discarga dá sozinha,barulhos equisitos de mais arranhoes na porta do banheiro eyc…

  • Chico da Mortadela

    A h – Inácio conta outra ter dois cargos de confiança, isso porque voce não conhece as pessoas inteligentes de minha cidade. Tem gente que consegue ter dez cargos diferentes em menos de quatro anos.

  • Inacio Filho- Obstetra

    É TEM COISAS ASSUSTADORAS NESSE MUNDO , POIS NÃO É QUE NUMA CERTA CIDADE DO INTERIOR DESSE PAÍS CONSEGUE A PROEZA DE TER DOIS CARGOS DE CONFIANÇA AO MESMO TEMPO.

  • Cont(ato)

    Ué, assustador porque? Parece que vocês nem conhece os vereadores de city!!!

  • JESSSICA

    A LENDA URBANA É ASSUSTADOR

  • Cont(ato)

    Puxa Alisson, você é um contador de casos ao acaso no meio de tanto assunto político, hem?

  • allisson lucas andrade de sousa.

    A lenda da loira do banheiro
    Uma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar ao banheiro da escola esperando o tempo passar.

    Porém um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a morrer.

    Mesmo sem a permissão dos pais, os médicos fizeram autópsia na menina para saber a causa de sua morte.

    A menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro. Sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra.

  • allisson lucas andrade de sousa.

    A lenda da Yara

    A Lenda da Iara, a deusa das águas, traduz a relação do caboclo com o mundo aquático da Amazônia, cuja paisagem ganhou do poeta baré Thiago de Mello o nome de “Pátria das Águas”. Essa interação permanente do amazônida com as águas gerou a chamada civilização ribeirinha, na qual os rios, lagos, igarapés e igapós são fontes da vida, da morte e do imaginário regional. São caminhos, referências e habitat naturais dos que vivem ou viveram, durante séculos, às margens do grande rio Amazonas e de seus inumeráveis tributários, herança cultural que recebemos de nossos ancestrais indígenas e portugueses. Mas a relação do caboclo com os rios não é apenas uma conjunção física e conjuntural, vai muito além do campo material, é sensível e presente. Nunca suas histórias são contadas no tempo passado, são presentes como se estivessem acontecendo naquele momento, ali mesmo.

    Os colonizadores também foram vencidos pelas águas da região, assimilando a cultura ribeirinha milenar, mas incorporando à descendência cabocla lembranças do além-mar, formadas no novo ambiente cultural. Assim nasceu a Iara, o Boto e tantas outras lendas que hoje compõem a legião dos encantados da cultura amazônica. Os encantados, aliás, estão em todos os lugares, como afirma o poeta e escritor paraense João de Jesus Paes Loureiro – estão entre os índios e caboclos, entre o céu e a terra, nas selvas, nos campos, no fundo das águas…

    Segundo Paes Loureiro, “a Iara – Mãe d’Água – vive nas encantarias do fundo dos rios. Ela atrai os moços e os fascina, mostrando-lhes seu rosto belíssimo à flor das águas e deixando submersa a cauda de peixe. Para seduzi-los, faz promessas de todos os gêneros. Para aumentar o estado de encantamento canta belas melodias com voz maviosa. Convida-os a irem com ela para o fundo das águas do rio – onde se localiza a encantaria – sob a promessa de uma eterna bem-aventurança em seu palácio, onde a vida é uma felicidade sem fim. Quem tiver visto seu rosto uma única vez jamais poderá esquecê-lo. Pode até, no primeiro momento, resistir-lhe aos encantos por medo ou precaução. No entanto, mais cedo ou mais tarde acabará por se atirar no rio em sua busca, levado pelo desejo ardoroso de juntar seu corpo ao dela”.

    O historiador Vicente Salles conceitua Iara como a mais perfeita convergência cultural na mítica amazônica, reunindo figuras antológicas de vários continentes: Sereia, Ondina, Loreley, Mãe-d’Água, Iemanjá. É uma simbiose encantada de mulher tentadora, sensual, apresentada com rosto europeu e longos cabelos e que recorre à magia do canto para exercer a sua irresistível atração fatal sobre navegantes e moradores da beira-do-rio, preferencialmente jovens.

    Os indígenas também possuem inúmeras entidades aquáticas, mas nenhuma delas com as qualidades malignas e fatais de Iara. Sempre encontram remédio para as maldades, sublimando inclusive a morte. Para eles, o rio representa a fonte de sobrevivência e não da morte no “espelho do amor”. Por outro lado, o índio não reprime a sexualidade pelos arreios da sua cultura ou da civilização cristã do branco, razão pela qual não se vale de entes sensuais na sua mitologia. Sempre cita a beleza das cunhãs como referência estética e não como objeto do libido. A sua Mãe-d’Água é a guardiã dos rios, bondosa e se materializa nas plantas e flores aquáticas que alimentam os peixes, segundo lendas da algumas tribos.

    Raimundo Moraes credita às leituras da Odisséia de Homero, feitas pelos colonizadores lusitanos, a lenda da Iara, configurada como uma linda mulher, metade gente e metade peixe, belos cabelos compridos, busto cheio e cauda de escamas multicoloridas, que vive nas margens dos rios e igarapés, seduzindo o caboclo para arrastá-lo ao fundo das águas. O pesquisador diz que a entidade também pode materializar-se em forma de lontra, no perfil de garça ou sob as penas da cigana para encantar o ribeirinho.

    As observações do historiador repousam em pesquisas feitas na região amazônica e na leitura dos clássicos da literatura universal que apontam convergência entre a mitológica Sereia e a Iara amazônica. Navegador por excelência, o colonizaador português assimilou as lendas do mar e trouxe para cá suas tradições seculares. Os Lusíadas, de Luís de Camões, menciona várias vezes a presença de Sereias na rota dos navegadores lusitanos, lembrança de outros autores clássicos como Virgílio (Eneida), Heródoto (Epítetos) e Homero (Ilíada e Odisséia). Todos referindo-se à figura sedutora e fatal da entidade similar, ora na forma de mulher, ora feita ave ou animal anfíbio.

    O Barão de Santana Neri, falando sobre o folclore brasileiro, descreve a Iara como uma mulher branca, de olhos verdes e cabeleira loura, conceitos pesquisados nos Estados do Pará e Amazonas. Diz ainda que sua beleza física, seus métodos de sedução e sua residência submersa revelam origem alienígena. A oferta de tesouros e palácios, por exemplo, também confessa uma cultura importada, vez que os aborígenes desconheciam esses valores. Já o folclorista Câmara Cascudo, cobra possível contribuição do negro na lenda da Iara, lembrando a sereia africana Kianda e até a figura poderosa de Osum, orixá dos lagos, lagoas e rios, da teogonia negra. Iemanjá, deusa das águas, também é lembrada como inspiradora do mito amazônico. Contudo, s Mães-d’Água africanas, com suas liturgias e rituais em nada lembram a nossa deusa das águas, a não ser a morada.

    O mito da Iara, aliás, como já foi dito, pode ser reconhecido em várias culturas. Na Espanha chama-se Sirena; na Grécia, a mitológica Nereidas; na Alemanha, a nórdica Loreley; a Kianda africana e a portuguesa Sereia, criaturas das águas que enamoram os homens e os levam à morte. Mas o seu estereótipo físico e malévolo garante a origem portuguesa do mito amazônico, inspirado nas cantos de Homero e nas esculturas de Praxíteles e Escopo. O colonizador, que chegou com a fé cristã e os costumes europeus, também trouxe na bagagem suas lendas, mitos e superstições, muitas delas modificadas ao longo do tempo na convivência cabocla, que lhes emprestou e recebeu valores, coroando a fronte da Iara com flores lilás do mururé, por exemplo.

    A suprema sabedoria do amazônida, que soube usar a lenda do Boto para aplacar a ira de maridos traídos e pais enganados, quando suas mulheres ou filhas engravidam fora do domínio doméstico, também justifica na sedução da Iara a fuga ou o desaparecimento de seus entes queridos.

  • Griôs Varginhenses

    Mestres que transmitem conhecimentos através da oralidade = Griôs.

    Acessem http://www.cultura.gov.br e vejam como o Ministério da Cultura valoriza-os. QUem sabe Varginha não cria um Ponto de Cultura justamente para tomar, valorizar e promover tudo que tiver que promover pela cidade??

  • Fábio

    Quem não se lembra da Maria Comprida, o Homem do Saco preto que pegava crianças, o Saci Perere….
    Eta tempo bom…

  • Chico Lôco

    Marcos Madeir,que bom que o seu site não fala da nojenta politica de Varginha e abre espaços para coisas mais amenas do cotidiano. A cidade cresceu,mas ainda conservas rincões apraziveis. O Bairro das Três Bicas é um dos mais tradicionais e deveria ser tombado pelo patrimônico histórico,pois existem vários contos,estórias e lendas que vem passando de gerações.
    Uma delas conta que sobre uma grande pedra que margeia o ribeirão, existe uma população de indigena que lá deixou muito ouro. Os antigos garantiam que era verdade. Eu mesmo lembro dos duendes correndo sobre as amoreiras e orvalhos . Viva o povo brasileiro,viva o outro lado do cotidiano. Abaixo os politicos, retorne-mos as origens da simplicidade e da pureza.

  • Flávia

    Quando eu era pequena tinha a loira do banheiro, a gente ficava com medo de entrar no banheiro do santos |Anjos e encontrar a moça morta, com algodão dentro do nariz.. Saudade dquele tempo. Um beijo!

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