O leitor Agenor Aguinaldo Braga envia mais uma série de belas fotos de Varginha (clique nas fotos para ampliá-las). A série mostra a avenida Rio Branco. Na primeira foto, o lago da praça do meio da avenida. O detalhe é uma moça mostrando o lago pra uma criança.




















materia muito interessante pois estava a pesquisar no google e achei alguém importante como mesmo nome que o meu.
parabens pela materia.
att: Antonio pinto de oliveira junior
cidade de uberaba em minas gerais.
Prezados primos nossa história inicia-se muito antes, pois saibam voces que o bisavô do Presciliano e de meu avô Manoel Joaquim de Oliveira Filho que era sobrinho da Tia Margarida Candida de Oliveira (rua Dona Margarida), conforme dados histórico o Primeiro morador do então de Varginha e a ele como bom açoriano deve-se o nome da Matriz (divino espirito santo – tradição açoriana) Rodrigo Alves e Silva (Alvares), criou seu neto que depois viria se tornar o Alferes Joaquim Antonio da Silva casado com Francisca Candida de Oliveira, detalhe interessante, teoricamente foi o primeiro presidente da camara de varginha pois na sua constituição presidiu os trabalhos da primeira reunião da camara que veio aleger seu Matheus Tavares da Silva;
O Alferes Joaquim Antonio teve apenas dois filhos :
Meu Bisavô: Manoel Joaquim d’Oliveira ( Tres Pontas) e a Bisavó do Antonio Pinto de Oliveira Neto: Margarida Candida d’Oliveira, que era mais nova e que após a morte do esposo teve seus filhos cuidados pelo meu Bisavô, sendo que todos que vieram a estudar em Tres Pontas moraram com ele!
Ha muitos casos Interesantes .
Cara Maria G. M
Sou neto de Antonio Pinto de Oliveira, um dos fundadores de Guararapes. Sobre o palacete de Presciliano Pinto de Oliveira, pelo que sei localiza-se na cidade de S. Paulo, no Jardins e não em Varginha.
Conheci Guararapes a alguns anos e claro que experimentei uma grande alegria em estar na cidade fundada pelo meu avô -de quem herdei o nome- e pelos meus tios avôs, os quais morreram antes de meu nascimento. Nesta viagem fui surpreendentemente recebido pelo prefeito da cidade e entrevistado por um jornal local, alertados por uma professora sobre a estada na cidade de um neto de um dos fundadores.
Parabens ao Agenor pelas precisas notas apresentadas.
abra;o
Antonio
Prezado Agenor, o planejamento em foma de tabuleiro de xadrez é uma caracteristica das cidades daquela região, quase sempre com ruas iniciadas a partir da estrada de ferro.
Imagine quanto estranhamento causa aos paulistas a vinda para o interior mineiro, onde as ruas ondulam a sabor das serras.
Presciliano Pinto de Oliveira é também nome de rua antiga na cidade em que foi prefeito: São José do Rio Preto.
Em tempo: vejam como nossa história é riquíssima. Aposto que muita gente não sabia que varginhenses já fundaram uma cidade!
Sem nenhuma conotação política, já existiu vida (muito) mais inteligente que a dos nossos atuais líderes.
Novamente parabéns ao Blog pelo resgate da nossa história.
Existe um livro, acho que de autoria do Dr. Wladimir Pinto, que conta a história da fundação da cidade de Guararapes pelos varginhenses. Não me recordo o nome do livro…
http://www.guararapes.sp.gov.br/mapa.jpg
mapa da região da cidade. Interessante como os Varginhenses naquela época foram parar no noroeste paulista (até hoje, um pouco distante do que estamos acostumados). Bela iniciativa. O destaque fica por conta de que a cidade foi planejada como um tabuleiro de xadrez, com quarteirões quadrangulares e ruas retas.
A história de Guararapes, vocábulo indígena que significa som produzido por queda ou pancada, teve início em 1.908, quando os irmãos Pinto de Oliveira (Antonio, Joaquim e Prisciliano), procedentes de Minas Gerais, mais precisamente de Varginha, compraram terras situadas entre os córregos Jacaré e Frutal e nelas se estabeleceram.
A chegada de algumas famílias deu-se em 1.920, após a construção da estrada de Aguapeí-Tietê, por Manoel Bento da Cruz.
Em 1.927, os irmãos Pinto de Oliveira, resolveram lotear sua propriedade, entregando a tarefa à Companhia Paulista de Colonização Ltda. Investida de plenos poderes para a realização do objetivo, aquela empresa pôde, através de contratos liberais firmados com os compradores, desincumbir-se rápidamente da missão que lhe foi confiada e, dessa forma, contribuir para o progresso, já evidenciado com a construção da estrada do Aguapeí.
Em 1.928, foi feita a doação, para que se formasse o patrimônio. Nesse mesmo ano, com o avanço da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, foi projetada a construção de uma estação em terras dos irmãos Pinto de Oliveira, um pouco além do Córrego Frutal. Confiou-se ao Engenheiro Mário Barroso Ramos, o projeto de arruamento e loteamento, sendo o dia 08 de dezembro de 1.928 escolhido para data oficial da fundação da cidade, tendo por Padroeira, Nossa Senhora Imaculada Conceição. Como parte das solenidades, celebrar-se-ia, na data prevista, missa campal, em frente ao cruzeiro, construído para aquela finalidade. Chuvas torrenciais entretanto impediram a realização do ato religioso e deram ensejo a que as festividades programadas tivessem lugar em Araçatuba. Devido à abundância de jaboticabeiras na região, denominou-se de “Frutal” ao Patrimônio.
Em 08 de dezembro de 1.929, ocasião em que se comemorava o primeiro aniversário da fundação do povoado, Monsenhor Adauto Rocha, vigário da Paróquia de Araçatuba celebrou
missa campal e abençoou o lançamento dos primeiros tijolos da Capela construída por Luís Ferreira.
No ano seguinte, foi inaugurada a Estação Ferroviária.
Por ocasião da elevação do patrimônio à categoria de Distrito de Paz no município e comarca de Araçatuba, por intermédio do Decreto-Lei Estadual nº 6.546, de 10 de julho de 1.934, o então Departamento das Municipalidades houve por bem mudar o nome da cidade para GUARARAPES, em homenagem ao importante fato da nossa história.
O Distrito é elevado à categoria de Município, por intermédio da Lei Estadual nº 2.833, de 05 de janeiro de 1.937, emancipando-se politicamente de Araçatuba.
Sua instalação foi em 06 de junho de 1.937.
Eleva-se à categoria de comarca mediante a Lei nº 1.940, de 03 de dezembro de 1.952, artigo 1º, e sua instalação se dá em 29 de abril de 1.953, DJE, 21.4.1.953, página 3.
O espírito dinâmico e empreendedor de seus habitantes continua a senda do progresso e do desenvolvimento, e hojeGuararapes é uma cidade moderna, que recebe em seu seio, pessoas de todo território nacional, atraídos pela fertilidade de suas terras, pela sua sólida e pujante economia e acima de tudo, pelo exemplo de pioneirismo de sua gente trabalhadora e hospitaleira.
fonte: http://www.guararapes.sp.gov.br/#
Cláudio e Afonso, grata pela atenção.
Já deu pra notar o qto gosto de fatos históricos, não é?
Vou localizar a reportagem sobre o ex-prefeito Presciliano Pinto de Oliveira e então entrarei em contato.
Que pena que o palacete não exista mais!
Quanto ao nome da cidade fundada, preciso confirmar, sei apenas que fica no noroeste paulista. A informação referente ao loteamento da antiga fazenda confere.
Maria G.M a informação que possuo é que os irmãos Antonio, Joaquim e Presciliano Pinto de Oliveira fundaram a cidadade de Guararapes, no estado de São Paulo, em 1927, com o loteamento da fazenda de sua propriedade.
Quanto ao palacete, provavelmente ficava no quarteirão entre a rua Deputado Ribeiro de Rezende e a rua São Paulo. A família do Sr. Antonio Pinto de Oliveira Junior (falecido) reside no sobrado onde funcionou no térreo, durante várias décadas, a tradicional loja “A Infantil”. Atualmente estão no local a Casa das Linhas e uma lotérica.
Talvez aí tenha sido o palacete. Algum leitor pode nos ajudar.
Vendo as fotos descobri que Varginha já existe há muito tempo e não nasceu em 2001 conforme aquele fanfarrão escreveu no blog,há algum tempo.
Leandro – A estátua esta em uma sala ( Conselho doPatrimonio Historico de Varginha) na Estação Ferroviária, ja restaurada pelo Michelle Vanzetti, aguardando ser transferida pela Secr. Obras, para o mesmo local que ficava na praça.
Maria G. M- No Museu, temos a guarda dos livros de óbitos desde 1920. Nele consta o nome, data de falecimento, numero da carneira, motivo do falecimento, médico que atestou o óbito, idade que faleceu e cidade de nascimento.Para facilitar a procura teria que saber o nome completo e a data de falecimento
Ex-prefeito da minha cidade de infância foi um varginhense , pertencente a família Pinto de Oliveira. Seu nome era Presciliano.
Reportagem em jornal da cidade afirmava que sua família possuia um palacete na av.Rio Branco e que, após seu falecimento , fora sepultado aqui.
Encontrei o jazigo da família, mas nenhuma referência a respeito.
Alguém pode confirmar esse fato? Em que lugar ficava esse palacete?
Ele foi muito importante e muito considerado naquela terra e em toda a região noroeste de São Paulo.
Varginhense fazendo história fora daqui.
Boas fotos! Falando nisso, pra onde foi a estátua?
Sou da dos anos 50,e lembro com muitas saudades a beleza da av.Rio Branco,da Ruy Barbosa,Pr.Dom Pedro.
Muito grato Sr.Agenor pelas fotos.
Prezado Agenor, são fotos belíssimas.
Ah, claro que uma visita ao Museu Municipal será bem apreciada por quem ainda não conhece Varginha ou sua história. Inclusive, a Praça Gov. Benedito Valadares em miniatura (maquete), foi doada por nossa família, e foi construída por meu avô, Agenor Aguinaldo Braga.
Detalhe para os postes em plena rua!! Tenho prazer em compartilhar fotos com os leitores e amigos do Blog, mas gostaria de ver fotos postadas por outras pessoas, para poder aumentar meu acervo. Quem tiver fotos digitalizadas, e quiser repassar, estamos à disposição.
E obrigado ao Madeira por ceder o espaço. Hoje temos poucas oportunidades de ver fotos e textos sobre a história de Varginha.