Até 1882, Varginha chegou a ter 1.700 escravos. O beco onde hoje está a Fundação Aprender (onde ficava o Colégio Pio XII) era um centro de comércio de escravos. A cidade recebia suas primeira empresas e o movimento era intenso. No relacionamento internacional, a situação não era favorável. A Inglaterra fazia pressões sobre o Brasil, um dos últimos países que continuava comercializando escravos. Um escravo passou a custar o equivalente à uma pequena fazenda. O trabalho escravo já não possuía atrativos suficientes. O Brasil firmou, então, um acordo com a Itália. Imigrantes deslocavam-se de sua terra natal para o Brasil. A passagem era paga pelo governo brasileiro em troca de cinco anos de trabalho na lavoura. Após esse período a comunidade italiana que veio para a então Vila de Varginha já estava completamente integrada aos aspectos da sociedade local. A influência dos imigrantes continua presente até hoje, através do estilo de diversas casas, principalmente no centro.


















CONTINUA CHEIA DE ESCRAVOS ATÉ HOJE.