Varginha cai no ranking do PIB e perde lugar para Extrema

  

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A pesquisa Produto Interno Bruto (PIB) do IBGE, divulgada na quarta-feira (14/12) mostrou que Varginha agora está em quarto lugar no ranking sul-mineiro. Antes em terceiro lugar, agora ocupa a nova posição atrás de Extrema.

Poços de Caldas lidera com R$ 6.492.840,00, seguida por Pouso Alegre com R$ 5.930.552,00. Extrema aparece em terceiro com R$ 4.676.285,00. Varginha ocupa a quarta posição com R$ 4.581.570,00.
Resultados da região:
– Poços de Caldas –  R$ 6.492.840,00;
– Pouso Alegre – R$ 5.930.552,00;
– Extrema – R$ 4.676.285,00;
– Varginha – R$ 4.581.570,00;
– Itajubá – R$ 2.689.708;
– Passos – R$ 2.104.434,00;
– Três Corações – R$ 1.843.495,00;
– Três Pontas – 998.014,00.
O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas no município.
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A pesquisa realça a concentração de renda e também populacional existente no país. Divulgado na última quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o levantamento revela que apenas sete municípios responderam por 25% dos bens e riquezas produzidos no Brasil naquele ano e concentravam 14,3% da população. Todos eram capitais.

Em 2014, os sete municípios, de um total de 5.570, movimentaram 25% dos R$ 4,97 trilhões correspondentes ao valor adicional bruto (VABs), que significou um crescimento nominal de 9,2% em relação ao valor adicional de 2013 – ou seja, da produção dos setores da indústria, serviços e agropecuária.
Quando agregada à renda dos 62 maiores municípios do ponto de vista de participação no PIB, os valores chegaram a corresponder naquele ano a quase metade do PIB nacional e a concentração populacional chegava a 32,8% do total do país.
Capitais
Os dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios 2014 indicam, ainda, que entre os sete municípios que concentravam 25% da geração de renda do país em 2014, todos eram grandes capitais e tradicionalmente concentradoras da atividade de serviços – intermediação financeira, comércio e administração pública, exceto Manaus, cuja economia tinha equilíbrio entre as atividades de indústria (indústrias de transformação) e de serviços.
Excluindo-se as capitais, 9 municípios destacaram-se por gerarem, individualmente, mais de 0,5% do PIB, agregando 7,3% da renda do país. Essas cidades, com grande integração entre a indústria e os serviços – a exceção de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro – eram todas paulistas: Osasco e Campinas gerando 1%, cada; Guarulhos 0,9%; São Bernardo do Campo e Barueri, 0,8%, cada; Jundiaí e Sorocaba, 0,6%, cada e São José dos Campos, 0,5%.
Em relação ao ano anterior (2013), o município que mais avançou foi Brasília, com 0,12 ponto percentual. Este ganho de participação está relacionado com a atividade de serviços. Ilha Bela, em São Paulo, ganhou 0,06 ponto percentual na participação em função do segmento extração de petróleo e gás; enquanto Niterói, no estado do Rio de Janeiro, avançou 0,05 ponto percentual. O ganho na participação foi especialmente detectado na construção de embarcações e empresas do ramo de borrachas e plásticos.
Estados
Os dados do IBGE indicam que, por estado, em 2014, São Paulo foi o que mais contribuiu para a formação do Valor Adicional Bruto do país, com 31,2% do total; seguido pelo Rio de Janeiro (11,7%); Minas Gerais (9,1%); Rio Grande do Sul (6,2%); Paraná (6,1%); Santa Catarina (4,1%); Bahia (3,9%); e o Distrito Federal (3,4%).
Essas oito unidades da Federação geravam mais de 75% do Valor Adicional Bruto do país e estiveram nas primeiras colocações. São Paulo ganhou participação em relação ao ano de 2013 (0,1 ponto percentual), mas, em contrapartida, foi o que mais perdeu participação quando a comparação se dá com 2010: menos 1,2 ponto percentual.
Minas Gerais e Paraná foram os que mais perderam participação em relação a 2013, ambos com menos 0,3 ponto percentual. Já na comparação com 2010, destaca-se Mato Grosso, o estado que mais ganhou participação, 0,3 ponto percentual.
De acordo com a pesquisa, na distribuição dos valores adicionados brutos da agropecuária pelos estados, observa-se que Rio Grande do Sul (11,6%), Paraná (11,4%), São Paulo (10,9%) e Minas Gerais (10,2%) foram os que mais contribuíram.

Marcus Madeira

Advogado e jornalista, escreve diariamente a Coluna do Madeira desde 1999. Editor do Jornal Folha de Varginha. Integra a diretoria voluntária da Abraço (Associação Brasileira Comunitária de Prevenção ao Abuso de Drogas) de Varginha. É sócio-representante da Agência de Notícias Argumento, no Sul de Minas. Cruzeirense.

62 comentários em “Varginha cai no ranking do PIB e perde lugar para Extrema

  • 25 de julho de 2017 em 9:28 AM
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    O PIB é relativo a 2014 quando começou a funcionar inicialmente em torno de 25% o maior centro de distribuição da UNILEVER que agora está capacidade Ainda de 50% e da chinesa que teve início em 2013

    Agora já temos outras indústrias que irão computar seus PIBS e as novas que estão se instalando fazendo disparar uma economia diversificada e multinacional

    Hj o PIB gira na casa dos 8 bilhões

    Vga terá que atrair megas multinacionais para estar entre as 20 economias do estado

    PA já se figura nas 10 mais de MG

    A partir de 2020 entre as 5 com o funcionamento do AICPA

  • 16 de março de 2017 em 10:02 PM
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    Lendo as considerações lúcidas e sinceras do blogueiro Pouso Alegre, concordo plenamente com elas. Prezado blogueiro, você merece meus sinceros parabéns pela sinceridade e pela lucidez com seus comentários. Oxalá meus conterrâneos varginhenses daqui prá frente tenham essa sinceridade e essa lucidez aos fazerem seus comentários aqui no blog do Madeira !

  • 12 de janeiro de 2017 em 10:55 AM
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    – Passos – R$ 2.104.434,00;

    – Três Corações – R$ 1.843.495,00;

    R$ 260.939 reais a menos que Passos

    Passos: População: 100.859 (2010)

    Três Corações: População: 80.000 (2013)

    20 mil a menos que passos…então não tá tão ruim assim… imagina Cambuquira, Conceição, Luminárias…é roça pra vc né PAPI PAPO BRABO…kkkk

  • 12 de janeiro de 2017 em 10:39 AM
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    PABI BAPI GRAFI tá conhecendo bem Três Corações pra poder falar que lá tá estagnado, do poder aquisitivo…deve ser de lá ou tem parentes lá pra saber tão bem. Engraçado que todos os dias vai vans e onibus cheios de Varginhenses pra trabalhar lá. Como eu sei? Tenho conhecidos que saem daqui pra trabalhar lá. Ligue na Mangels e tire suas dúvidas. Pare de ficar pondo defeito nas outras cidades e faça o melhor para a sua, pela nossa…que não tá lá grande coisa! affff…mania de perseguição…

  • 11 de janeiro de 2017 em 9:39 PM
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    o PIB DE VARGINHA NA GESTÃO ANTONIO SILVA CAIU DE 4 BILHÕES PARA 3,2 BILHÕES E O POVO AINDA VOTOU NELE DE NOVO KKKKKKKKKKKKK… O PIB ANTES DE MAURO ERA APENAS 1 BILHÃO E AGORA ESTA VOLTANDO

  • 11 de janeiro de 2017 em 8:50 PM
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    Em questão de crescimento populacional Varginha tem ficado para trás de TODAS as cidade do sul de minas.

  • 11 de janeiro de 2017 em 6:28 PM
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    É louvavel a Edersul querer um empreendimento deste porte para região, só que tem um porém. Que tipo de convenção pode ocorrer em Três Corações ? Quem vai sair de BH, SP e RJ para participar de convenções aqui? E a rede hoteleira em Três Corações, tem condições para atender a demanda? Varginha está muito mais preparada para receber um investimento deste porte, pois tem um rede hoteleira que expandiu muito nos ultimos anos, e já esta sendo construido mais 2 novos hoteis, além de ser a única cidade a contar com voos regulares . Porém vou te falar uma verdade nem em Varginha, nem outra cidade do sul de minas comportaria tal investimento, seria um elefante branco. É a mesma coisa do tal AIC de PA que ia descer Airbus. São idéias megalomaniacas muito acima do que a região comporta.

  • 11 de janeiro de 2017 em 6:20 PM
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    O que adianta ter um PIB grande sendo que a população não vê isto. Em Pouso Alegre ainda tem vários bairros com ruas de terra sem calçamento, tem shopping mas não tem movimento com mais da metade das lojas fechadas, tem empresas mas não tem emprego, tá cheio de gente desempregada, só tem 2 hospitais sendo que Varginha tem 5. Em Pouso Alegre as avenidas e ruas estão cheias de buraco. Então de nada adianta ter um excelente PIB e a cidade cheia de problemas. Pra onde vai este tal de PIB??

  • 11 de janeiro de 2017 em 1:59 PM
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    Meu Deus !! Falem de tudo, menos de T. Corações, a melhor coisa que existe lá, -e a placa indicando, ¨FERNÃO DIAS ¨. Minha opinião. é pior lugar de Minas, pra morar. Aquilo nunca foi pra frente, nem quando existia trem por lá. Sou mais Elói Mendes. pop. de Tres Corações, é de 80.000 hab. – Cresce menos do que a do Uruguai.

  • 11 de janeiro de 2017 em 1:55 PM
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    Tres Corações !!!! Olha se existe uma cidade, que é estagnada e ficou no tempo, é T. Corações. Nunca progrediu, sempref oi aquele marasmo. Talvez, seja a pior cidade do sul de Minas, pra se morar. Comercio, fraco, cidade sem poder aquisitivo, o lugar!!

  • 11 de janeiro de 2017 em 11:53 AM
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    Mega, Super Hiper Centro de Convenções 20 x maior que o Via café…

    Ta parecendo aquele Mega Super Hiper Aeroporto Internacional de cargas hahahaha

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