A música do Cine Rio Branco

  

 

O leitor Marco Antônio Pinto está acompanhando os comentários no blog sobre o Cine Rio Branco. E enviou link da música “Nocturne”, de Paul Mauriat. Para quem não é da época, era a música de abertura do cinema.

Marcus Madeira

Advogado e jornalista, escreve diariamente a Coluna do Madeira desde 1999. Editor do Jornal Folha de Varginha. Integra a diretoria voluntária da Abraço (Associação Brasileira Comunitária de Prevenção ao Abuso de Drogas) de Varginha. É sócio-representante da Agência de Notícias Argumento, no Sul de Minas. Cruzeirense.

60 comentários em “A música do Cine Rio Branco

  • 22 de julho de 2016 em 9:46 AM
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    Bom dia, estou a procura de uma musica que sempre tocava antes de se iniciar uma sessao de cinema, ela era assoviada, alguem saberia qual é.
    ja procurei pela internet mas as que achei sao so de temas da faroeste.. grato de alguem puder me ajudar… e me enviar um email. Quero fazer uma homenagem a uma pessoa com essa musica ao fundo.

  • 2 de julho de 2016 em 10:39 PM
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    No meu tempo, isto é, na fundação do cine Rio Branco, a música de início era
    Love is a Many Splendored Thing com a orquestra de David Rose e o encerramento era com a música Madic Theme (Blue Star) com a orquestra de Victor Young.

  • 30 de julho de 2015 em 8:06 PM
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    A musica de abertura era : Love is a many splendored thing ,lembro me muito bem , pois la estava toda quinta e domingo…..maravilhosa saudade !!!!!

  • 13 de janeiro de 2014 em 1:22 AM
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    Para mim, duas coisas Varginha perdeu pra sempre. A lindíssima e saudosa Igreja Matriz do Divino Espírito Santo original, e o Cine Rio Branco, com tudo o que ele representava e oferecia. A abertura das sessões com a música de Paul Mauriat acompanhada do balé luminoso, a lenta e glamurosa (quase erótica) abertura de suas enormes cortinas degradé azuis, mostrando a imensa tela (na época a maior de Minas Gerais, quiçá do Brasil), é coisa maravilhosa que a geração de hoje nem sonha em ter. Até hoje não vi mais nada igual, mesmo com todo o progresso tecnológico das salas de cinema que já visitei. O cinema era perfeito, tudo funcionava, era lindo, imenso. Suas máquinas eram de primeiríssima qualidade, e a seleção de filmes (um filme diferente por dia) era de tirar o fôlego. Havia o panfleto com a programação da semana. E antes de o filme começar, era apresentado o Canal 100, com sua inesquecível música (muito tocada até hoje) com a retrospectiva da semana e o futebol. Eu adorava tudo isso. Era mágico. Na inauguração, o Cine Rio Branco levou o filme “Rapsódia”, eu acho. O Rio Branco era cartão postal da cidade e jamais sairá de minha lembrança. Foi uma época de ouro.

  • 18 de dezembro de 2013 em 3:03 PM
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    Ouvindo Nocturne -Paul Mauriat, veio as melhores lembranças do Cine Rio Branco, cinema lotado, pessoas das cidades vizinhas e lá muitas pessoas se apaixonaram.

  • 29 de julho de 2013 em 4:21 PM
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    João, fico muito satisfeito quando alguel levanta esta bandeira, pois quando vou a varginha fico triste em ver uma obra linda e se acabando com o tempo, tenho um sonho em ganhar uma mega sena e dar de presente oa povo varginhense este cinema,mas fico na esperança que um dia voltarei a entrar naquele monumento. Abraço do amigo Paulinho Gomes.

  • 28 de julho de 2013 em 5:05 PM
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    O Cine Rio Branco ficou marcado em minha memória por vários aspectos. Beleza arquitetônica, decoração interna com fotografias dos grandes artistas de Hollywood, excelente programação dos filmes a serem exibidos, e vale lembrar que era um filme novo a cada dia da semana, repetindo apenas na segunda-feira aquele exibido no domingo, o jogo de luz acompanhando o “prefixo do cinema”, ( o primeiro era “Love is a many splendored thing” o segundo “Nocturno”)que ao final abria-se a imensa cortina em “dégradé” azul. Era um verdadeiro espetáculo de bom gosto. Além disso, os espectadores ainda eram brindados com uma ótima seleção musical à espera do início da sessão. Muita saudade daqueles tempos.

  • 5 de outubro de 2012 em 6:53 PM
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    SINTO UMA TRISTEZA ENORME QUANDO PASSO PELA AV. RIO BRANCO, SAUDADES.

  • 4 de dezembro de 2011 em 11:32 AM
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    Que saudade!

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